PODCAST: Episódio #16 – King Kong: Os Filmes


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No episódio 16, Marcelo, Sergio, Fred se juntam novamente para conversar sobre as três versões do clássico “King Kong”, originalmente dirigido por Merian C. Cooper e Ernest Schoedsack em 1933. O primeiro filme é um marco do cinema por conta de seus efeitos visuais e trilha sonora inovadores e foi refilmado em 1976 por John Guilhermin e em 2005 por Peter Jackson. 

 Trilha Sonora: “King Kong – main theme“, composta por John Barry para o filme “King Kong” (1976). “Theme from King Kong“, composta por Max Steinner para o filme King Kong (1933).
 Duração: Aprox. 1h 05min.
Como fizeram os efeitos de Kong (1933) : How did they do it? King Kong (1933).

TRILHA SONORA DOS FILMES


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8 comentários sobre “PODCAST: Episódio #16 – King Kong: Os Filmes

  1. Parabens pelo podcast, realmente King Kong é um dos grandes marcos do cinema classico norte americano, o classico de 1933 é um filmaço subestimado, o de 1976 eu acho que um bom filme mas roteiro querendo ser politicamente correto demais. O King Kong do peter jackson é o mais problematico de todos esses tres, uso excessivo de camera lenta, cenas de ação, e dialogos expositivos. Valeu e na espera do proximo podcast.

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  2. Oi, é uma pena que eu não possa revê-los para ao menos tentar comentar a altura de suas colocações, que eu lembre, o de 33 foi e ainda é, se olharmos históricamente um acontecimento para o cinema e pros efeitos visuais. Como falado, foi surpreendente, quase algo que o público não estava preparado, e aí está a mágica do cinema: o fruto de uma inventividade árdua, composta de criatividade e muito esforço, executado exaustivamente durante anos e o resultado: medo, coração acelerado, terror, suspense,emoção.
    O de 76 não lembro de quase nada.
    O de 05, infelizmente um desperdício de uma grande atriz, veja seu trabalho em Ellie Parker, em um filme em que o ator principal já estava fadado a ser pouco inventivo e sem vida, algo que ao assistirmos nos passa a idéia de uma máquina, ainda que colorida, falsamente viva e pulsante, uma máquina, que, incrívelmente, ganhou em frames, velocidade e bits, e perdeu em vida, emoção e realismo, em seus 72 anos de evolução: o efeito especial. Ainda que nas mãos de um diretor experiente, que ao menos vinha de um trabalho “revolucionário”, que possuía a história aprovada por milhões de fãs e possui o mérito de conseguir adaptá-la ao gosto dos mesmos, algo que me pareceu um golpe de sorte, posto que, ele não voltária a conseguir em nenhum outro filme fora da trilogia, muito menos neste, que já tinha sua versão definitiva, a qual havia espalhado mágica pela vida das pessoas por exatos 72 anos.
    Vale sua intenção de cinéfilo e fã, infelizmente, o filme não passa disso.
    Em tempo, isso aprendi através de suas observações.
    Grato.

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  3. Eu prefiro o filme de 33 por amar stop motion, assisto tudo que posso pois acho uma obra de arte fazer um filme/curta usando essa técnica. A primeira vez em que vi o filme rolei de dar risada pq muita coisa ficou datada mas achei sensacional a criatividade em realiza-lo, o de 76 gosto da visão contemporânea (pirei quando vi o Kong subindo as torres gêmeas), o ultimo curto também pq traz a nostalgia dos anos 30, o figurino é impecável e o Gorila fantástico. Antes de dar tchau gostaria de pedir um especial sobre filmes trash clássicos. Abraços a todos….

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    • Olá Luiza. A ideia é boa e temos muito assunto para tratar nesse site então o podcast tem que durar muito e muito tempo para abordarmos tudo. Eu mesmo já vi algumas tosqueiras do tipo “Carnival of Souls”, “The Brain that Wouldn’t die” e “the Beast of Yucca Flatts”. Imagino que esteja falando deste tipo de filme.

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  4. 1933 é o campeão é claro.Aliás é hiper difícil um remake superar clássico.Efeitos antigos podem serem ultrapassados mas a qualidade do clássico fica.Vi no canal Rede Vida e gravei e como passou colorizado eu tirei a cor para não tirar o brilho do filme.Aliás gostaria de sugerir uma matéria sobre preto e branco colorizados.Bem esse King Kong é o melhor de todos e considero um filmaço mesmo sendo filme b.a versão de 1976 o macaco vai nas torres gêmeas e a versão de 2005 é pura homenagem ao de 1933 mas longo demais e foi mais pra encher linguiça.Detalhe era para Fay Wray,a atriz da versão de 1933 dizer na versão de 2005 a famosa frase Foi a bela que matou a fera,embora ela seja citada nesse filme.Foi o King Kong de 1933 que influenciou Ray Harryhausen para trabalhar em efeitos especiais.

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