PODCAST: Episódio #24 – Os Filmes de Stanley Kubrick – Parte 2

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Este é o episódio #24, no qual Marcelo, Fred e Sergio retomam a filmografia de Stanley Kubrick para abordar um dos períodos mais férteis da carreira do grande diretor americano.  Ao longo de 10 anos, mais precisamente entre 1962 e 1971, o cineasta lançou alguns dos melhores filmes de sua vida, todos eles produzidos no Reino Unido. Nesta segunda parte de uma série de três episódios sobre Kubrick, o Podcast Filmes Clássicos aborda os excelentes Lolita, Dr. Fantástico, 2001 – Uma Odisséia no Espaço e Laranja Mecânica, alguns dos filmes mais influentes da história do cinema e todos bem à frente de seu tempo.

Curiosidade: Um fã de 2001 utilizou um programa para “distorcer” as imagens abstratas utilizadas na sequência do portal estelar de “2001, Uma Odisséia no Espaço”. Confira aqui.
Trilha Sonora: Na abertura: “Danúbio Azul, composta por Johann Strauss II, utilizada no filme “2001, Uma Odisséia no Espaço“. No fechamento: “We’ll Meet Again”, composta por Ross Parker e Hughie Charles e interpretada por Vera Lynn, utilizada no filme “Dr. Fantástico”. As demais trilhas de fundo foram compostas por diversos compositores e utilizadas nos filmes tratados neste episódio.
Duração: Aprox. 1h e 46min.

Acesse esta galeria para ver algumas imagens que ilustram coisas comentadas neste episódio. Clique nas fotos da galeria para ver as descrições.


 VÍDEOS SOBRE ASSUNTOS COMENTADOS NESTE EPISÓDIO

Making of de “Dr. Fantástico”.

Documentário sobre “2001, Uma Odisséia no espaço”, intitulado “A Look Behind The Future”.

Curta soviético “Caminho para as Estrelas”, que inspirou parte das técnicas utilizadas em “2001”.

A trilha de Alex North para a abertura de “2001”.

Making of de “Laranja Mecânica” com legendas em espanhol.


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12 comentários sobre “PODCAST: Episódio #24 – Os Filmes de Stanley Kubrick – Parte 2

  1. Kubrick pra mim é o melhor diretor de todos os tempos, tem versatilidade passando por vários gêneros, e também são filmes completos em relação a roteiro, atuação, fotografia, etc. So faltou um western e uma cinebiografia, que seria o filme Napoleão, Kubrick desistiu do projeto por causa do fraquíssimo Batalha de Waterloo, por causa das criticas recebidas em relação a o Full Meta Jacket que foi muito criticado na época
    e comparado a o supervalorizado Platoon, que fez muito sucesso e considerado o filme definitivo sobre a guerra do Vietnã. Parabéns pelo podcast, e estou no aguardo de uma segunda parte para o podcast sobre filmes subestimados.

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    • Fala Vinícius! Para complementar: o western poderia ter sido o “One-Eyed Jacks” (A Face Oculta) que ele faria para o Marlon Brando. Aposto que sairia um filme melhor do que o do Brando, que não é ruim, mas tb não é nada de outro mundo.

      Sobre a “parte 2” do “Subestimados”, vc passou perto! rs rs rs
      Estamos pensando em começar uma série de podcasts que seriam sobre dicas de filmes, com cada membro indicando um filme que considera esquecido/substimado e comentando sobre ele, claro.

      Aguarde!

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  2. Excelente!
    Eu sou fanboy assumido de Kubrik e fico muito feliz, vou ouvir o ep 1 logo e fico logo ansioso pelo terceiro, que vai falar da fase do Kubrick que mais conheço (e mais gosto); a última.

    Sobre as maquiagens de 2001, não sei se ouvi, ou li, ou vi no Life in Pictures (documentário da vida e obra dele) que ele teria dado uma entrevista em que o entrevistador perguntou se achava injusto perder o prêmio de maquiagem para Planeta dos Macacos e ele respondeu que provavelmente os jurados deviam ter achado que ele usou macacos de verdade.

    Inclusive, tem uma história bizarra sobre ele ter tentado fazer uma apólice de seguros para o roteiro desse filme numa segura muito famosa da Inglaterra num valor ridiculamente alto contra o roubo do roteiro por alienígenas (a seguradora não aceitou).

    O podcast foi excelente ansioso pelo próximo ^^

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    • Oi João!

      Legal que tenha curtido o cast… Pena que poucas pessoas têm esta iniciativa de postar alguma coisa após ouvir os episódios… É legal ficar a par da opinião dos ouvintes e até mesmo trocar informações, como esta que vc passou sobre o “seguro de roteiro”… Esta eu não conhecia…

      Abraços,
      Fred

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      • Excelente episódio! Um episódio é bom quando dá vontade imediata de ver ou rever os filmes discutidos. Sobre Napoleão, faltou mencionar, talvez porque seja lenda, que ele chegou a ler 500 livros sobre Napoleão durante o projeto. Acho que a questão com o Gene Kelly não pode ser dinheiro já que ele não é o compositor da música. Gostaria de sugerir filmografias de diretores da “nova geração” como David Fincher, Paul Thomas Anderson, Tarantino, Robert Zemeckis. E entre os das antigas Scorsese e Spielberg. Embora estes dois últimos vão precisa de pelo menos 4 episódios cada 🙂

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  3. Olá Paulo! É, tem muitos diretores que merecem episódios de destaque, como esses que você citou e claro, tem diversos outros mais antigos tb, fica difícil cobrir todos mesmo… As poucos vamos cobrindo diversas coisas… Obrigado pro nos ouvir!

    Sobre o Gene Kelly a dúvida que fica é sobre o uso da voz dele (nos créditos finais, a canção tocada é a versão cantada por Kelly para o filme “Cantando na Chuva”). Mas não saberia mesmo dizer se nesse caso ele tem algum interesse nos direitos da música, mesmo não sendo compositor. E quem sabe, de repente, se ele adquiriu os direitos à exploração da música mesmo, como fez por exemplo o Michael Jackson com músicas dos Beatles? Mas não sei mesmo, é só especulação. Mas esta informação sobre o porque do Kelly ter ficado chateado eu ouvi num documentário sobre o filme, num depoimento de alguém, por isso coloquei no episódio, mas vai saber a verdade por trás disso… Faz todo sentido também ele ter se chateado com o uso “inapropriado” da música na cena do estupro…

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  4. Sobre 2001, em seguida o Arthur C. Clarke lançou 2010, 2061 e 3001, ou seja, uma tetralogia literária. Li todos eles. Como vocês com certeza já sabem, 2010 foi filmado, tendo Peter Hyams por diretor. 2061 é uma continuação direta do que acontece após (spoiler alert) a explosão e transformação de Júpiter em um novo sol tudo causado pelo velho e conhecido monolito (ou melhor, por vários deles). 3001 já é uma viajada na batatinha (em minha opinião) do Arthur C. Clark, no qual eles recuperam e reanimam o astronauta Frank Bowman, abandonado no espaço em 2001. Em 2010 é explicado o que aconteceu com o Hal 9000, no caso ele foi programado para aquela falha, a missão deveria ser completada somente por ele, seria muito importante para ter humanos envolvido. Foi ordem da programação dele. Hal era inocente.

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      • Sim, eu postei o comentário antes de terminar o podcast, e vi que vocês comentaram 2010. Realmente, um filme inferior a 2001, com certeza, mas eu gostei. Na verdade, o livro é bem melhor. 🙂

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  5. Vendo o vídeo sobre 2001. Keir Dulea se comparando a Ulisses? Talvez ele não tivesse lido todo o roteiro ainda quando deu aquela entrevista, rsrsrsrs. A única comparação possível é que os dois eram comandantes. Dave nunca retornará para casa (somente em espirito, ou energia em 2010, para escovar os cabelos de sua mãe que está morrendo no hospital).

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