PODCAST: Episódio #38 – Contos da Lua Vaga

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Alexandre e Fred surgem como fantasmas no Episódio 38 para conversar sobre o excelente “Contos da Lua Vaga” (Ugetsu Monogatari, 1953), filme japonês dirigido por Kenji Mizoguchi e que foi – ao lado de Rashômon, de Akira Kurosawa – um dos responsáveis por tornar o cinema nipônico popular no ocidente na década de 50. Cultuado por cineastas de todo o mundo e principalmente pelos franceses da Nouvelle Vague, este clássico oriental, produzido durante a chamada “era de ouro” do cinema japonês, mereceu o Leão de Prata que conquistou no Festival de Veneza e agora faz por merecer também um episódio no Podcast Filmes Clássicos inteiramente dedicado a ele e a um dos maiores diretores do Japão, o Sr. Mizoguchi, autor de outra obras memoráveis como “Oharu – Vida de uma Cortesã” e “O Intendente Sanshô“.

Trilha Sonora: Músicas compostas por Fumio Hayasaka para os filmes “Contos da Lua Vaga” e “O Intendente Sanshô”
Duração: Aprox. 1h e 13min.

Acesse esta galeria para ver algumas imagens que ilustram coisas comentadas neste episódio. Clique nas fotos da galeria para ver as descrições.


 VÍDEOS QUE COMPLEMENTAM ESTE EPISÓDIO

A famosa cena de travessia do Lago Biwa.

Genjuro na Mansão Kutsuki.

O Trailer do filme exibido nos cinemas da época.


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6 comentários sobre “PODCAST: Episódio #38 – Contos da Lua Vaga

  1. Bom… mais um filme para colocar no topo da minha lista de “preciso assistir para ontem”. Estou “alugando”,depois ouço o podcast e faço um comentário de verdade.

    Sinto-me um “cinéfilo estagiário” correndo atrás de tanto filme…

    Abraços.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Ja vi recentemente o Intendente Sansho e achei um filme excelente, pretendo ver boa parte da filmografia do Mizoguchi, como Crisantemos Tardios, Musicas de Gion e Os contos da lua vaga. Vou assisti-los e depois volto para escutar o podcast.

    Curtido por 1 pessoa

  3. Retornando para comentar… Assisti ao filme e ouvi o podcast.

    Interessante como a presença do som da harpa sempre acontecia num momento de “loucura” ou de imaginação do protagonista. Revi a cena do barco e não percebi o som da harpa; o que me leva a acreditar que aquilo realmente aconteceu (aquele barco com o rapaz machucado não era uma ilusão). Sem contar que as mulheres também o viram.

    Ótimo programa.

    Até o próximo.

    Curtido por 1 pessoa

    • Legal! Bem notado esse lance da harpa tocando em determinados momentos. Eu chego a comentar o uso da harpa pelo Fumio Hayaska e como não era um instrumento comum na música japonesa. Pelo visto gostou do filme? abs!

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