Resenha #42 – À Margem da Vida (Caged, 1950)

Muitos filmes de prisão já foram feitos. Alguns deles, ambientados em prisões femininas. Esse tipo de filme costuma ser recheado de clichês: a protagonista geralmente erroneamente condenada ou condenada por um crime leve, que foi levada a cometer por circunstâncias contrárias à sua vontade; a prisioneira “malvada” que inferniza a vida da protagonista; a prisioneira “amiga”; a carcereira corrupta… Ou seja, já vimos tudo sobre o assunto.

 

Apesar do tema batido, “À Margem da Vida” poderia ter rendido um filme bem melhor, caso tivesse contado com uma direção mais refinada e que tirasse proveito das situações-chave da história. Chega a impressionar o quanto é mal aproveitado o momento em que a protagonista Marie Allen (Eleanor Parker) é obrigada a se afastar de seu neném, nascido já dentro da prisão. A reação dela é totalmente apática.

 

O elenco está repleto de boas atrizes: Agnes Moorehead, Lee Patrick, Jane Darwell. Eleanor Parker tem o papel principal e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pela atuação, mas sinceramente não achei uma atuação tão memorável assim. Na minha opinião, é Hope Emerson (indicada a coadjuvante) que rouba as cenas a que comparece.

 

por Alexandre Cataldo em 6/6/2007

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