PODCAST: Episódio #62 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 1

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Este é o episódio 62, no qual Fred e Alexandre partem para o Japão onde começam uma saga de três episódios explorando a brilhante e influente filmografia do diretor nipônico Akira Kurosawa.  Kurosawa-san teve sólida carreira por cerca de 50 anos e foi um dos responsáveis por abrir as portas do cinema asiático ao ocidente, contribuindo para o cinema de vários diretores contemporâneos como Steven Spielberg, George Lucas, Francis Ford Coppola, Martin Scorsese entre inúmeros outros. Neste primeiro episódio começamos com “A Saga do Judô” (Sugata Sanshiro, 1943) e seguimos por mais 10 longas de Kurosawa, até o filme de 1950, Rashomon (Vencedor do Festival de Veneza e de um prêmio especial da Academia, antes que existisse a categoria de Oscar para filme estrangeiro)Durante este período estão também outros grandes filmes como “Anjo Embriagado” (Yoidore Tesnhi, 1948) e “Cão Danado” (Nora Inu, 1949) e uma série de películas de menor importância, mas ainda assim de ótima qualidade, como “Duelo Silencioso” (Shizukanaru kettô, 1949) e “Nenhum Pesar por Nossa Juventude” (Waga seishun ni kuinashi, 1946), isso só pra citar alguns.

Trilha Sonora: Diversas músicas compostas para os filmes comentados neste episódio.
Duração: Aprox. 2 h e 25 min.

Acesse esta galeria para ver algumas imagens que ilustram coisas comentadas neste episódio. Clique nas fotos da galeria para ver as descrições.


 VÍDEOS QUE COMPLEMENTAM ESTE EPISÓDIO

Documentário “A Message from Kurosawa”.

Boa análise sobre “A Saga do Judo”.

A cena do sonho em “Anjo Embrigado”. 

A sequência final de “Cão Danado” e o uso da trilha sonora como contra-posição à ação.

Robert Altman nos conta como foi a primeira vez que viu “Rashomon”.


3 comentários sobre “PODCAST: Episódio #62 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 1

  1. Muito bom. Descobri o podcast de vocês faz uma semana, via grupo Cinéfilos Malditos do Facebook e estou ouvindo vários. Vendo vários dos filmes indicados nos dicas triplas.
    Só um pequeno momento cata-piolho: na verdade o Judô é uma modernização do “jiujitsu” ( Ju-jutsu transliterado de outra forma), não o contrário. Inclusive o Jiu-Jitsu brasileiro inclusive tem esse nome porque ainda era comum quando alguns mestres vieram para o Brasil que o Judô fosse referido por algo como “Jujutsu do Jigorô Kano”, sendo o Conde Koma, mestre dos Gracie, um aluno dessa linhagem.
    No começo do filme no dialogo antes da emboscada eles referem isso falando que Yano quer enriquecer mudando (na tradução das legendas que vi) a Arte (“Jutsu” 術 https://en.wiktionary.org/wiki/術) da Agilidade por Caminho (“Dô”, https://en.wiktionary.org/wiki/道, que talvez faça mais sentido equiparando com “ethos” de ética) da Agilidade, embora o Ju (https://en.wiktionary.org/wiki/柔) que combina com esses fosse melhor traduzido por “suavidade” que agilidade.
    Jigoro Kano sistematizou e modificou o ju-jutsu para ser menos brutal e mais ética (era comum escolas de artes marciais significarem um aglomerado de brigões, como em partes é mostrado no filme), mais adequado a conduta moderna urbana e com o sistema de faixas que permitiu que fosse ensinado nas escolas públicas, sendo ele considerado o patrono da educação física no Japão. Enfim, exagerei na palestrinha.
    Novamente, grato pelo ótimo trabalho e sugestões.

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