PODCAST: Episódio #134 – Mikio Naruse

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Alexandre e Fred trazem dois convidados especiais para discutir o cineasta japonês Mikio Naruse, um dos quatro gigantes do cinema nipônico. O crítico Rafael Amaral (blog “Palavras de Cinema”) e o curador da Versátil Home Video, Fernando Brito, se juntam ao debate que foca três grandes obras de Naruse: “O Som da Montanha” (Yama no oto, 1954), “Quando a Mulher Sobe a Escada” (Onna ga kaidan wo agaru toki, 1960) e “Nuvens Dispersas” (Midaregumo, 1967), último filme do japonês. 

 

Trilha Sonora: Trilhas Compostas para os filmes discutidos neste episódio.
Duração: Aprox. 2 h e 10 min.

VÍDEOS QUE COMPLEMENTAM ESTE EPISÓDIO

 

Cinco Filmes para descobrir Naruse, segundo Rafael Amaral.

Vídeo do Alexandre sobre características de Naruse.

Curiosidades sobre Hideko Takamine.

 

 

3 comentários sobre “PODCAST: Episódio #134 – Mikio Naruse

  1. Da filmografia de Naruse assisti apenas dois:Sonhos Cotidianos e Batalha das rosas.
    Assim como Mizoguchi ele também era um cineasta feminista ou seja defendia o lado da mulher.
    Infelizmente muitos desses filmes do Naruse são desconhecidos e creio que alguns até se perderam.O bom de tudo é que a Versátil está lançando box com filmes desse gênio do cinema japonês.E com certeza pode ser enquadrado como gênio.
    Clássicos interessantes e inesquecíveis.
    Depois que vi filmes do Kurosawa peguei gosto pelo cinema japonês e suas formas de contar histórias.
    A simplicidade do japonês é algo que me fascina.
    Mas enfim dos filmes do Naruse que vi recomendo esses dois que eu vi.
    Mais uma vez parabéns ao PFC por saber abordar e explorar ao fundo um tipo de cinema e cineastas que muitas pessoas não conhecem.
    É muito fácil se denominar como clássico mas o PFC sabe muito bem como fazer jus ao título e como foi falado nem mesmo em inglês se sabe de algum podcast que fale de Naruse e Bergman também.

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  2. Consegui ver 11 filmes do Naruse na minha preparação para o podcast. Desses, um que me chamou a atenção e que vocês apenas citaram o nome, mas não comentaram sobre, foi o “Chuva Repentina”. Um filme muito poético quase lúdico, e que me surpreendeu por encontrar no Naruse um humor jovial – e até mesmo um certo otimismo – que até então eu não tinha visto em nenhum outro filme dele. Se tornou um dos meus favoritos do cineasta (curiosamente, junto com o “Tormento” que segue uma direção de pessimismo imediatamente oposta).

    E muito pertinente a associação que o Alexandre fez do “Quando a Mulher Sobe a Escada” com o “As Noites de Cabíria”, já que quando eu o assisti não pude deixar de pensar que o final dele era uma espécie de ‘resposta’ ao final do filme do Fellini. Enquanto que o sorriso final em “Cabíria” representa uma certa esperança de que vale a pena continuar vivendo apesar das agruras da vida, o sorriso final da ‘Mama’ parece esconder um grito silencioso de angústia, de desespero (e posso estar viajando, mas teve outro final do Naruse que me remeteu a um outro final do Fellini: ‘Nuvens Flutuantes’ e ‘A Estrada da Vida’. Em ambos há a perda e aquela sensação de arrependimento por não ter dado valor quando podia).

    No geral, agradeço ao PFC por ter me apresentado esse diretor e aos seus ‘filmes de previsão do tempo’ (como apelidei-os carinhosamente na minha cabeça), certamente irei atrás dos que faltam para completar a sua filmografia (ou, ao menos, tentar).

    Abraços, até a próxima.

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