PODCAST: Episódio #66 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 2

Alexandre e Fred chegam no episódio 66 acompanhados do podcaster Marcelo Zagnolli (TigreCast) para dar continuidade à expressiva carreira do diretor japonês Akira Kurosawa. Nesta jornada começamos com “Hakuchi, O Idiota” (Hakuchi, 1951) e fechamos com “Sanjuro” (Sanjuro, 1962) totalizando nove filmes neste período, entre eles os fenomenais “Viver” (Ikiru, 1952), “Trono Manchado de Sangue” (Kumonosu-jô, 1957), “A Fortaleza Escondida” (Kakushi-toride no san-akunin, 1958), “Homem Mau Dorme Bem” (Warui yatsu hodo yoku nemuru, 1960) e “Yojimbo, O Guarda-Costas” (Yojimbo, 1961).

PODCAST: Episódio #62 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 1

Fred e Alexandre partem para o Japão onde começam uma saga de três episódios explorando a brilhante e influente filmografia do diretor nipônico Akira Kurosawa. Kurosawa-san teve sólida carreira por cerca de 50 anos e foi um dos responsáveis por abrir as portas do cinema asiático ao ocidente. Neste primeiro episódio começamos com “A Saga do Judô” (Sugata Sanshiro, 1943) e seguimos por mais 10 longas de Kurosawa, até o filme de 1950, Rashomon (Vencedor do Festival de Veneza e de um prêmio especial da Academia, antes que existisse a categoria de Oscar para filme estrangeiro).

PODCAST: Episódio #38 – Contos da Lua Vaga

Alexandre e Fred conversam sobre o excelente “Contos da Lua Vaga” (Ugetsu Monogatari, 1953) filme japonês dirigido por Kenji Mizoguchi e que foi – ao lado de Rashômon – um dos responsáveis por tornar o cinema nipônico popular no ocidente na década de 50.

Resenha #38 – A Espada Bijomaru (Meitô Bijomaru, 1945)

O diretor Kenji Mizoguci é reconhecido, pelos cinéfilos ocidentais, como um dos três grandes diretores japoneses antigos, juntamente com Ozu e Kurosawa. Desde que vi pela primeira vez um filme de Mizoguchi, já há mais de uma década (e foi aquele que geralmente é o primeiro visto por qualquer cinéfilo, “Contos da Lua Vaga”, seu…

PODCAST: Episódio #34 – Os Filmes de Masaki Kobayashi

Alexandre e Fred se juntam mais uma vez e passam por todos os 22 filmes do diretor Masaki Kobayashi, porém se aprofundam em quatro ótimos filmes que se destacam na carreira dele: a trilogia “Guerra e Humanidade” (Ningen no Jôken, 1959/1961), sua obra-prima, “Harakiri” (Seppuku, 1962), seu primeiro filme a cores, “As 4 Faces do Medo” (Kaidan, 1964) e o ótimo chambara com Toshirô Mifune, “Rebelião” (Jôi-uchi: Hairyô tsuma shimatsu, 1967).

Resenha #29 – Ran (Ran, 1985)

Ran é provavelmente um dos últimos grandes filmes de Akira Kurosawa. Ele foi produzido em 1985, num período pouco prolífero (em termos de quantidade de filmes) do japonês, época em que praticamente realizava um filme a cada cinco anos (fato corriqueiro entre 1965 e 1990). Entretanto, o filme é consagrado como um dos melhores de…