PODCAST: Episódio #86 – Era Uma Vez em Tóquio

No episódio 86, Alexandre, Fred convidam o músico Pedro Bizelli para viajar a Tóquio, Japão.  É na capital japonesa que se passa um dos melhores filmes de Yasujiro Ozu, “Era uma Vez em Tóquio” (Tôkyô monogatari, 1953), considerado em listas como a da Sight & Sound um dos melhores filmes já feitos e uma das mais importantes obras do cinema asiático.  Com nomes marcantes do cinema japonês como Setsuko Hara e Chishû Ryû este clássico se mantém atual até hoje, por examinar ao melhor estilo Ozu, as relações intrínsecas entre duas gerações de uma família japonesa quando os pais resolvem visitar seus filhos na capital do Japão. 

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PODCAST: Episódio #75 – Dicas Triplas do PFC #6

Depois de algum tempo voltamos a fazer o Dicas Triplas do PFC, neste que é o episódio de número 75. Alexandre e Fred partem para o sexto bate-papo onde indicam três ótimos filmes de nacionalidades diversas e que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral. O nosso ouvinte frequente sabe que não precisa se preocupar com os “spoilers” neste tipo de episódio, pois estes são cuidadosamente separados para o final do episódio. Venha conosco conhecer e debater sobre mais alguns clássicos que o tempo não apagou! 

PODCAST: Episódio #70 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte Final

Alexandre e Fred chegam ao episódio 70 do Podcast Filmes Clássicos para fechar uma das mais influentes carreiras do cinema, a do diretor japonês Akira Kurosawa. Neste áudio, passamos por todos os seus filmes de 1963 a 1993, entre eles “Céu e Inferno” (Tengoku to jigoku, 1963), “O Barba Ruiva” (Akahige, 1965), “Kagemusha, A Sombra de um Samurai” (“Kagemusha”, 1980) e “Ran” (Ran, 1985).  Outros como “Sonhos” (Yume, 1990), “Rapsódia em Agosto” (Hachi-gatsu no rapusodî, 1991) e seu último filme, “Madadayo” (Madadayo, 1993) também passam por aqui.

PODCAST: Episódio #66 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 2

Alexandre e Fred chegam no episódio 66 acompanhados do podcaster Marcelo Zagnolli (TigreCast) para dar continuidade à expressiva carreira do diretor japonês Akira Kurosawa. Nesta jornada começamos com “Hakuchi, O Idiota” (Hakuchi, 1951) e fechamos com “Sanjuro” (Sanjuro, 1962) totalizando nove filmes neste período, entre eles os fenomenais “Viver” (Ikiru, 1952), “Trono Manchado de Sangue” (Kumonosu-jô, 1957), “A Fortaleza Escondida” (Kakushi-toride no san-akunin, 1958), “Homem Mau Dorme Bem” (Warui yatsu hodo yoku nemuru, 1960) e “Yojimbo, O Guarda-Costas” (Yojimbo, 1961).

PODCAST: Episódio #62 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 1

Fred e Alexandre partem para o Japão onde começam uma saga de três episódios explorando a brilhante e influente filmografia do diretor nipônico Akira Kurosawa. Kurosawa-san teve sólida carreira por cerca de 50 anos e foi um dos responsáveis por abrir as portas do cinema asiático ao ocidente. Neste primeiro episódio começamos com “A Saga do Judô” (Sugata Sanshiro, 1943) e seguimos por mais 10 longas de Kurosawa, até o filme de 1950, Rashomon (Vencedor do Festival de Veneza e de um prêmio especial da Academia, antes que existisse a categoria de Oscar para filme estrangeiro).

PODCAST: Episódio #38 – Contos da Lua Vaga

Alexandre e Fred conversam sobre o excelente “Contos da Lua Vaga” (Ugetsu Monogatari, 1953) filme japonês dirigido por Kenji Mizoguchi e que foi – ao lado de Rashômon – um dos responsáveis por tornar o cinema nipônico popular no ocidente na década de 50.

Resenha #38 – A Espada Bijomaru (Meitô Bijomaru, 1945)

O diretor Kenji Mizoguci é reconhecido, pelos cinéfilos ocidentais, como um dos três grandes diretores japoneses antigos, juntamente com Ozu e Kurosawa. Desde que vi pela primeira vez um filme de Mizoguchi, já há mais de uma década (e foi aquele que geralmente é o primeiro visto por qualquer cinéfilo, “Contos da Lua Vaga”, seu…

PODCAST: Episódio #34 – Os Filmes de Masaki Kobayashi

Alexandre e Fred se juntam mais uma vez e passam por todos os 22 filmes do diretor Masaki Kobayashi, porém se aprofundam em quatro ótimos filmes que se destacam na carreira dele: a trilogia “Guerra e Humanidade” (Ningen no Jôken, 1959/1961), sua obra-prima, “Harakiri” (Seppuku, 1962), seu primeiro filme a cores, “As 4 Faces do Medo” (Kaidan, 1964) e o ótimo chambara com Toshirô Mifune, “Rebelião” (Jôi-uchi: Hairyô tsuma shimatsu, 1967).