PODCAST: Episódio #98 – O Homem-Mosca

Fred e Alexandre escalam o mais alto dos prédios para encontrar a vlogger Nadja Mykaela (do Canal “Voltando aos Clássicos”) e juntos os três conversam sobre um dos maiores sucessos de bilheteria dos anos 20 nos Estados Unidos, o filme “O Homem-Môsca” (Safety Last!, 1923), protagonizado pelo chamado terceiro gênio da comédia, Harold Lloyd. Já fizemos Charles Chaplin em “Luzes da Cidade”, Buster Keaton em “A General” e agora chegou a vez de Harold Lloyd neste clássico da chamada Silent Era de Hollywood, fechando uma trilogia sobre os gênios da comédia americana.

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PODCAST: Episódio #95 – A General

Alexandre e Fred convocam o podcaster Marcos Noriega (Masmorra Cine) para embarcar numa viagem de locomotiva para os tempos da guerra civil americana. O tom no entanto é de comédia, quando debatemos mais um excepcional filme, cultuado por cineastas como Orson Welles.  A obra-prima de Buster Keaton, “A General” (The General, 1926) chega soltando fumaça na estação do Podcast Filmes Clássicos, dando sequência – ainda este ano – numa trinca de grandes filmes que envolvem os chamados gênios da comédia muda. Realizado com um dos maiores orçamentos do período, esta fantástica comédia de Keaton não fez muito sucesso quando foi lançado, mas como sua locomotiva-título, ganhou momentum ao longo dos tempos para se tornar um dos mais celebrados filmes da era muda do cinema de Hollywood.

PODCAST: Episódio #93 – Luzes da Cidade

Já era tempo! Sergio Gonçalves se junta a Fred e Alexandre para falar de um dos gênios incontestáveis do cinema mundial.  Pela primeira vez o Podcast Filmes Clássicos discute um filme de Charles Chaplin, e não qualquer longa, mas aquele que o próprio diretor considerava o seu favorito: “Luzes da Cidade” (City Lights).  Quando lançou oficialmente sua película, o evento ficou para a história como uma das maiores premières do período e o filme até hoje é celebrado como um clássico inesquecível e por muito tempo foi adorado por cineastas como Jean Renoir, Orson Welles, Woody Allen, Martin Scorses, Andrei Tarkovski e tantos outros.  

PODCAST: Episódio #67 – Dicas Triplas do PFC #5

Alexandre e Fred adicionam mais três dicas à série “Dicas Triplas do PFC”.  Este é o quinto bate-papo naquele formato do podcast, onde indicamos três ótimos filmes que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral ou que fazem parte da filmografia de um diretor mas dentro dela são às vezes deixados pra um segundo momento. Como de costume quando fazemos estas conversas que funcionam como dicas, separamos os spoilers para o final do episódio para que você tenha oportunidade de interromper a audição caso não tenha visto os filmes.  Venha conosco redescobrir mais alguns clássicos esquecidos! 

PODCAST: Episódio #60 – Os Filmes de F. W. Murnau

Fred e Alexandre viajam até a Alemanha no Episódio 60 para tratar da obra de Fredrich Wilhelm Murnau, um dos grandes expoentes do cinema mundial, nome fundamental do expressionismo alemão e um dos maiores diretores do cinema mudo. F. W. Murnau fez clássicos como “Nosferatu – Uma Sinfonia do Horror” (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, 1922), “A Última Gargalhada” (Der letzte Mann, 1924), “Fausto” (Faust: Eine deutsche Volkssage, 1926) e “Tabu” (Tabu: A Story of the South Seas, 1931), todos estes tratados neste episódio. É dele também um dos filmes mais importantes do cinema mudo americano, “Aurora” (Sunrise: A Song of Two Humans, 1927).

PODCAST: Episódio #46 – Dicas Triplas do PFC #4

Alexandre e Fred adicionam mais três dicas à série “Dicas Triplas do PFC”. Este é o quarto bate-papo naquele formato do podcast, onde indicamos três ótimos filmes que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral. Seguindo nossa tradição dos “dicas triplas”, são longas de três nacionalidades diferentes: um britânico, um americano e um espanhol.

Resenha #55 – Solidão (Lonesome, 1928)

O austro-húngaro Pál Fejös havia feito diversos filmes em sua terra natal antes de ir para os Estados Unidos na década de 20 perseguir sua formação profissional como químico.  Mesmo trabalhando para o Instituto Rockfeller como assistente, ele não abandonou sua verdadeira paixão e em 1927 produziu com recursos próprios – pela bagatela de U$…

PODCAST: Episódio #31 – Aurora

Sergio, Alexandre e Fred debatem o que muitos consideram como um dos grandes filmes do cinema mudo, o clássico americano do diretor alemão F.W. Murnau, “Aurora”, de 1927. Realizado no final da era silenciosa do cinema, “Sunrise, A Song of Two Humans”, como se chamou em sua língua natal, é um perfeito exemplo de como os filmes estavam desenvolvidos em termos de linguagem cinematográfica às vésperas da grande virada tecnológica que mudaria para sempre a sétima arte: a invenção do cinema falado.