PODCAST: Episódio #64 – A Trilogia da Incomunicabilidade

O episódio 64 saiu no parto, após diversas incomunicabilidades e tentativas de gravar ao longo de três dias! Alexandre e Fred recebem novamente o poeta e músico Bruno Kohl para um bate-papo sobre a trilogia mais famosa de Michelangelo Antonioni, a chamada “Trilogia da Incomunicabilidade”, composto de três excelentes filmes: “A Aventura” (L’Avventura, 1960), “A Noite” (La Notte, 1961) e “O Eclipse” (L’Eclisse, 1962). Estes longas trouxeram uma nova forma de se utilizar a técnica cinematográfica, sugerindo outra maneira de se fazer cinema e por isso mesmo serviram de influência para diversos novos cineastas que surgiam na época e até hoje são celebrados como alguns do melhores filmes italianos.

Resenha #86 – Sonha, Meu Amor (Sleep, My Love, 1948)

  Se tivesse que falar sobre este filme em uma só frase, diria: “um bom entretenimento, apesar dos inúmeros defeitos”. Para um filme que se propõe a ser de mistério, “Sonha, Meu Amor” tem como principal defeito justamente a ausência total de mistério. Sim, porque qualquer pessoa com um certa experiência em filmes em geral (e…

PODCAST: Episódio #63 – Tubarão

O episódio 63 do Podcast Filmes Clássicos chega em águas turbulentas, com Alexandre e Fred recebendo o cinéfilo Sergio Gonçalves e a apresentadora do canal do Youtube, “Luz, Câmera, Arte”, Rachel Rocha (primeira voz feminina a surfar nas ondas do PFC) que se juntam ao barco para nos ajudar com “Tubarão” (Jaws, 1975), o clássico de Steven Spielberg que catapultou a carreira de um dos mais bem sucedidos diretores americanos.

Resenha #84 – Terrível Suspeita (The House on Telegraph Hill, 1951)

O diretor Robert Wise tem como seu principal mérito o fato de ter feito bons filmes em quase todo tipo de gênero, como ficção-científica (“O Dia em Que a Terra Parou”), musicais (“Amor, Sublime Amor” e “A Noviça Rebelde”), terror (“The Body Snatcher”), guerra (“Ratos do Deserto”), drama (“Quero Viver!”).   noir (“Punhos de Campeão” e…

PODCAST: Episódio #62 – Os Filmes de Akira Kurosawa – Parte 1

Fred e Alexandre partem para o Japão onde começam uma saga de três episódios explorando a brilhante e influente filmografia do diretor nipônico Akira Kurosawa. Kurosawa-san teve sólida carreira por cerca de 50 anos e foi um dos responsáveis por abrir as portas do cinema asiático ao ocidente. Neste primeiro episódio começamos com “A Saga do Judô” (Sugata Sanshiro, 1943) e seguimos por mais 10 longas de Kurosawa, até o filme de 1950, Rashomon (Vencedor do Festival de Veneza e de um prêmio especial da Academia, antes que existisse a categoria de Oscar para filme estrangeiro).

Resenha #83 – A Máscara de Dimitrios (The Mask of Dimitrios, 1944)

Interessante filme noir, com os excelentes Peter Lorre e Sydney Greenstreet interpretando dois homens que, cada qual por suas razões, tentam reconstituir os passos de Dimitrios Makropoulos (Zachary Scott), um famoso marginal encontrado morto numa praia de Istambul. Lorre e Greenstreet fizeram inúmeros filmes juntos, mas os mais conhecidos são, certamente, “Relíquia Macabra” e “Casablanca”,…

PODCAST: Episódio #61 – A Ponte do Rio Kwai

Alexandre e Fred recebem de volta o cinéfilo Marcelo Rennó para discutir a produção do filme anglo-americano “A Ponte do Rio Kwai” (The Bridge on the River Kwai, 1957), o filme anti-guerra de David Lean que o tornou um diretor famoso fora do Reino Unido. Este, que é o primeiro épico do cineasta, faturou 7 Oscars da Academia e até hoje é considerado um dos grandes clássicos do cinema. Excelente direção, fotografia, roteiro, direção de arte, atuações soberbas e – principalmente – autenticidade são as principais características deste filmaço que agora consta da filmografia do Podcast Filmes Clássicos. Lembre-se de ouvir até o final, pois “há sempre o inesperado”!

Resenha #82 – Moeda Falsa (T-Men, 1947)

Filme noir, no estilo semi-documentário, “Moeda Falsa” acompanha um caso de falsificação de dinheiro, investigado pelos agentes do Tesouro dos EUA (os T-Men), dois dos quais trabalham infiltrados na quadrilha.  Dennis O’Keefe, o protagonista do filme, faz um dos agentes. Essa situação, de policiais ou agentes trabalhando infiltrados no meio dos bandidos, sempre gera momentos…