PODCAST: Episódio #94 – Os Filmes de David Lean – Parte 1

Fred e Alexandre convocam novamente o músico Willian de Andrade e o desafio agora é passar a limpo a filmografia completa do diretor britânico David Lean, um dos maiores realizadores do cinema britânico. Lean estreia com créditos de co-diretor no filme “Nosso Barco, Nossa Alma” (In Wich We Serve) e segue para fazer mais tarde três excelentes filmes em sequência: “Desencanto” (Brief Encounter, 1945), “Grandes Esperanças” (Great Expectations, 1946) e “Oliver Twist” (Oliver Twist, 1948). Nesta primeira parte de dois áudios cobrimos toda sua carreira até 1949.

PODCAST: Episódio #93 – Luzes da Cidade

Já era tempo! Sergio Gonçalves se junta a Fred e Alexandre para falar de um dos gênios incontestáveis do cinema mundial.  Pela primeira vez o Podcast Filmes Clássicos discute um filme de Charles Chaplin, e não qualquer longa, mas aquele que o próprio diretor considerava o seu favorito: “Luzes da Cidade” (City Lights).  Quando lançou oficialmente sua película, o evento ficou para a história como uma das maiores premières do período e o filme até hoje é celebrado como um clássico inesquecível e por muito tempo foi adorado por cineastas como Jean Renoir, Orson Welles, Woody Allen, Martin Scorses, Andrei Tarkovski e tantos outros.  

PODCAST: Episódio #92 – Os Filmes de Sergei Eisenstein – Parte Final

O PFC volta com Alexandre, Fred e o músico Willian de Andrade para fechar a filmografia de Sergei Eisenstein, nesta segunda e última parte sobre a carreira do diretor. Começamos com “Que Viva, México!” (¡Que Viva Mexico!, 1932/1979) , depois seguimos com “Cavaleiros de Ferro” (Aleksandr Nevskiy, 1938) e concluímos o episódio com filmes que comporiam uma trilogia, mas acabou que só duas partes foram produzidas e distribuídas: “Ivan, O Terrível” (Ivan Groznyy, 1944) e “Ivan, O Terrível – Parte II” (Ivan Groznyy. Skaz vtoroy: Boyarskiy zagovor, 1958). Descubra um pouco mais sobre a vida e obra de um dos cineastas mais influentes do cinema e um dos pais da montagem moderna.

PODCAST: Episódio #91 – Sindicato de Ladrões

No episódio 91, Alexandre e Fred se infiltram nas docas de Hoboken, junto do músico Pedro Bizelli, e começam a investigar uma série de ocorrências que fizeram de “Sindicato de Ladrões” (On The Water Front, 1954) um dos grandes filmes já produzidos em solo americano.  Dirigido pelo excelente Elia Kazan, o filme é estrelado por Marlon Brando, Eva Marie Saint, Karl Malden, Rod Steiger e Lee J. Cobb e até hoje é estudado como um dos melhores produtos da escola de atuação conhecida como “O Método”.

PODCAST: Episódio #90 – Os Filmes de Sergei Eisenstein – Parte 1

O cineasta da vez é Sergei Eisenstein e Fred e Alexandre convocam novamente o músico Willian de Andrade para discutir os filmes realizados pelo diretor soviético de maior renome mundial. Eisenstein se tornou uma lenda no cinema mundial com seu segundo filme, “O Encouraçado Potemkin” (Bronenosets Potemkin, 1925). Este clássico e outros que ele filmou entre 1925 e 1929 são discutidos aqui nesta primeira parte de dois episódios sobre Eisenstein: “A Greve” (Stachka, 1925), “Outubro” (Oktyabr, 1927) e “O Velho e o Novo” (Staroye i novoye, 1929), ao lado de “Potemkin”, foram projetos ousados, de alto cunho político mas também de caráter extremamente inovador como experiências de montagem.

PODCAST: Episódio #89 – Bogart & Bacall

Fred e Alexandre contam com Rafael Amaral para pela primeira vez discutir a vida e carreira de um casal de atores. Humphrey Bogart e Lauren Bacall fizeram quatro filmes juntos. O longa de estreia de Bacall nas telas de cinema, “Uma Aventura na Martinica” (To Have and Have Not, 1945) sob a direção de Howard Hawks, que também assinaria o próximo filme do casal: “À Beira do Abismo” (The Big Sleep, 1946). Sem Hawks, mas ainda na Warner, viriam mais dois filmes, “Prisioneiro do Passado” (Dark Passage, de Delmer Daves em 1947)  e a última colaboração de Bogie & Bacall juntos, “Paixões em Fúria” (Key Largo, 1948), filme do cineasta John Huston.

PODCAST: Episódio #88 – Dicas Triplas do PFC #8

As Dicas Triplas do PFC voltam neste episódio, com Fred, Alexandre e o convidado Sergio Gonçalves debatendo sobre três ótimos filmes, cada um deles – à sua maneira – com algo de misterioso no ar.  Abrimos o áudio falando sobre o filme “Picnic na Montanha Misteriosa” (Picnic at Hanging Rock, 1975), a película de Peter Weir que colocou o cinema australiano no mapa e depois seguimos com o diretor francês René Clair se aventurando em Hollywood ao realizar uma das melhores adaptações do romance de maior sucesso de Agatha Christie (“O Caso dos Dez Negrinhos”), no filme “O Vingador Invisível” (And Then There Were None, 1945). Fechamos o episódio com o intrigante filme francês dirigido por Alain Resnais e intitulado “O Ano Passado em Marienbad” (L’année dernière à Marienbad, 1961), uma verdadeira experiência cinematográfica de forma x conteúdo. 

PODCAST: Episódio #87 – George Stevens: A Trilogia Americana

Alexandre e Fred se reúnem mais uma vez para fazer uma trilogia, desta vez a chamada “Trilogia Americana”, três clássicos absolutos de Hollywood lançados na década de 50 e dirigidos pelo californiano George Stevens. “Um Lugar ao Sol” (A Place in the Sun) chegou aos cinemas em 1951 trazendo juntos pela primeira vez Montgomery Clift e Elizabeth Taylor.  “Os Brutos Também Amam” (Shane, 1953) fez história ao ver o oeste americano através dos olhos de uma criança e “Assim Caminha a Humanidade” (Giant), virou um ótimo épico sobre o Texas e também foi a despedida do cinema de James Dean, que ao final da produção sofreu um acidente de carro fatal.

PODCAST: Episódio #86 – Era Uma Vez em Tóquio

No episódio 86, Alexandre, Fred convidam o músico Pedro Bizelli para viajar a Tóquio, Japão.  É na capital japonesa que se passa um dos melhores filmes de Yasujiro Ozu, “Era uma Vez em Tóquio” (Tôkyô monogatari, 1953), considerado em listas como a da Sight & Sound um dos melhores filmes já feitos e uma das mais importantes obras do cinema asiático.  Com nomes marcantes do cinema japonês como Setsuko Hara e Chishû Ryû este clássico se mantém atual até hoje, por examinar ao melhor estilo Ozu, as relações intrínsecas entre duas gerações de uma família japonesa quando os pais resolvem visitar seus filhos na capital do Japão.