Resenha #11 – Rififi (Du Rififi Chez Les Hommes, 1954)

 É fato: filme bom tem que ser visto no mínimo duas vezes.  No mínimo! Ao rever “Rififi”, tive mais uma confirmação disso.  É um daqueles filmes capazes de agradar mais a cada vez que se assiste.   “Rififi” é certamente um dos melhores representantes de um subgênero que costuma render ótimos filmes: o do grande roubo,…

Resenha #9 – Êxtase (Ekstase, 1933)

Trata-se de um filme feito na antiga Tchecoslováquia, dirigido por Gustav Machaty, que tem como principal atrativo o fato de ter apresentado ao mundo a futura estrela Hedy Lamarr (ainda creditada como Hedy Kiesler).  O filme seguinte de Hedy, “Argélia”, já seria feito em Hollywood. O filme também é bastante conhecido por conter cenas de alto…

Resenha #7 – Desejo Humano (Human Desire, 1954)

Em sua última década de trabalho como diretor, Fritz Lang, já então consagrado, conseguiu acrescentar ao seu currículo uma série de bons filmes noir, dentre os quais se destacam “Os Corruptos” (The Big Heat, 1953) e “Desejo Humano” (Human Desire, 1954), ambos estrelados por Glenn Ford e Gloria Grahame.   Em “Desejo Humano”, filme baseado…

Resenha #5 – O Condenado (Odd Man Out, 1947)

 Após assistir a “O Condenado”, a pergunta que fica é “por que este filme não foi alçado à condição de clássico absoluto?”  Sim, porque temos aqui um verdadeiro filmaço, quase obrigatório. E por que digo isso?  Impressionante fotografia em P&B (de autoria de Robert Krasker, o mesmo dos clássicos “Desencanto” e “O Terceiro Homem”), a qual…

Resenha #2 – Crepúsculo dos Deuses (Sunset Blvd., 1950)

Pra mim, “Crepúsculo dos Deuses” não é só um dos melhores filmes noir, nem só um dos melhores filmes sobre a própria indústria cinematográfica, nem só um dos melhores filmes de Billy Wilder.  É, isso sim, um dos melhores filmes de todos os tempos.   De início, assume deliberadamente uma estrutura narrativa de filme noir.…

Resenha #1 – A Caça (La Caza, 1966)

Até o começo dos anos 60, o cinema espanhol estava meio paradão, principalmente pela forte censura imposta pela ditadura do general Franco. Apenas Luís Buñuel fazia grandes filmes, mas sempre fora da Espanha, já que se exilara nos EUA, México e França.   E então surgiu Carlos Saura, que inaugurou uma nova fase. Como não…