PODCAST: Episódio #193 – Douglas Sirk

Mais um cineasta que emigrou para os Estados Unidos fugindo da Segunda Guerra, agora desembarca no Podcast Filmes Clássicos. Alexandre e Fred se juntam ao professor Fábio Rockenbach (Canal “Cena a Cena” e Universidade de Passo Fundo) para discutir o chamado “príncipe do melodrama”, o alemão Douglas Sirk, que fez a nata de sua obra no cinema americano, realizando grandes filmes, sobretudo junto à Universal International Pictures na década de 50. Os filmes de destaque aqui são três: “Sublime Obsessão” (Magnificent Obsession, 1954), “Tudo Que o Céu Permite” (All That Heaven Allows, 1955) e “Palavras ao Vento” (Written On The Wind, 1956). Apesar deste recorte, não deixamos, é claro, de comentar outros filmes que assistimos e damos também aquele panorama geral da carreira e vida de Sirk.

LIVE (029) do PFC: Os Fabelmans – Celebrando Spielberg

Áudio da “Live” número 029 em nosso canal no Youtube. Nos reunimos mais uma vez, desta vez para falar de 7 filmes de Steven Spielberg: “Encurralado”, “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, “E.T.”, “Guerra dos Mundos”, “Munique”, “A.I”. e “Os Fabelmans”.

PODCAST: Episódio #192 – Uma Mulher Sob Influência

Fred e Alexandre se juntam mais uma vez ao crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) para analisar um dos filmes mais importantes da carreira de diretor de John Cassavetes, um ator americano que é até hoje celebrado como um dos primeiros a fazer cinema nos Estados Unidos de forma bastante independente dos estúdios de Hollywood. O filme da vez é “Uma Mulher Sob Influência” (A Woman Under The Influence, 1974), um drama realista e carregado de sentimentos, sobre a vida de um casal de classe operária, suas lutas do dia a dia e a loucura. Com as brilhantes atuações do casal protagonista, Gena Rowlands (esposa do diretor) e Peter Falk (que na época fazia sucesso na TV como o detetive “Columbo”), convidamos você a nos ouvir e te desafiamos  a tentar não ficar, de alguma forma, movido com o filme.

PODCAST: Episódio #191 – Uma Rua Chamada Pecado

Alexandre e  Fred conversam desta vez com o cinéfilo Marcelo Rennó sobre um dos mais emblemáticos filmes quando o assunto é o trabalho de atores no cinema americano. Estamos nos referindo a “Uma Rua Chamada Pecado” (A Streetcar Named Desire, 1951) dirigido por Elia Kazan, ele mesmo um dos fundadores do chamado Actor’s Studio. Neste clássico, Kazan  trouxe da peça de Tennessee Willians que encenou por anos com sucesso na Broadway, diversos atores que estudavam o chamado “Método”, dentre eles os ainda desconhecidos do público de cinema, Marlon Brando , Kim Hunter e Karl Malden. O contra-ponto ficava por conta de Vivien Leigh, nesta altura uma veterana estrela das telas, mas que já havia interpretado o papel principal de Blanche Dubois no teatro inglês.

PODCAST: Episódio #190 – Nelson Pereira dos Santos

Fred e Alexandre convidaram o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema” e “Jornal de Jundiaí”) para mais um bate-papo amistoso, desta vez sobre o legado de Nelson Pereira dos Santos. O trio começa o papo com o primeiro filme de Nelson, “Rio, 40 Graus” (1955), clássico brasileiro e precursor do Cinema Novo. Em seguida falam sobre “Rio, Zona Norte” (1957), talvez um dos melhores trabalhos do cineasta. Em sequência vem Nelson adaptando grandes textos de autores brasileiros como Nelson Rodrigues, que escreveu a peça que depois virou o filme “Boca de Ouro” (1963), estreia do polêmico dramaturgo nos cinemas pelas mãos de Nelson Pereira. Por fim, chega a vez de Graciliano Ramos, que teve seu romance “Memórias do Cárcere” transformado em filme no ano de 1984 pelo diretor.

PODCAST: Episódio #189 – Pai e Filha

Alexandre e  Fred recebem mais um convidado para debater um dos grandes filmes do diretor japonês Yasujiro Ozu. Nosso amigo Hugo Harris, professor de jornalismo na faculdade Mackenzie e produtor do podcast “Cinefilia & Companhia” retorna ao PFC para conversar com a gente sobre “Pai e Filha” (Banshun, 1949), o primeiro filme de Ozu a contar com dois atores bastante importantes para sua carreira: Setsuko Hara e Chishû Ryû. A história, bastante sensível e universal, trata da separação natural entre um pai viúvo e sua filha, que deve seguir seu caminho começando sua  própria família, num Japão que se moderniza rapidamente no pós-guerra, sob ocupação americana.

PODCAST: Episódio #188 – Dicas Triplas do PFC #25

Fred e Alexandre recebem de volta o músico Willian de Andrade (confira o perfil dele no Instagram: “Oitavo Dia”) para debater mais três ótimas dicas fílmicas, ao redor do globo. Na 25ª edição do dicas triplas do PFC, conversamos sobre o clássico noir americano dirigido por Edmund Goulding “O Beco das Almas Perdidas” (Nightmare Alley, 1947), nos aprofundamos na comédia dramática italiana “Semeando a Ilusão” (Lo Scopone Scientifico, 1972), de Luigi Comencini e finalizamos com o longa polonês do cineasta Andrzej Zulawski, “O Diabo” (Diabel, 1972).

PODCAST: Episódio #187 – Fuga do Passado

Mais uma temporada do PFC se inicia e como já é tradição, o primeiro episódio do ano traz um filme escolhido pelo nosso grupo no Facebook. Fred e Alexandre recebem o founding father Marcelo Rennó para debater o excelente film noir “Fuga do Passado” (Out of The Past, 1947), uma das melhores produções do subgênero e do ano de 1947, entre qualquer gênero.  Dirigido pelo francês Jacques Tourneur, um mestre do cinema de terror, o longa traz Robert Mitchum, Jane Greer e Kirk Douglas – na época não muito conhecidos – em grandes atuações e conta com o excepcional trabalho de fotografia de Nicholas Musuraca, um dos mestres do filme policial americano.

PODCAST: Episódio #186 – O Mensageiro do Diabo

Fred e Alexandre trazem de volta o professor Fábio Rockenbach (Universidade de Passo Fundo) para debater mais uma excelente produção do cinema americano e única experiência como diretor de um dos maiores atores de seu próprio tempo. O papo hoje será sobre “O Mensageiro do Diabo” (The Night Of The Hunter, 1955), clássico thriller conduzido por Charles Laughton, que em sua única tentativa como cineasta, realizou um filme intrigante visualmente, com temática um tanto ousada para sua época. Robert Mitchum foi o escolhido para transformar o personagem Harry Powell, criado pelo autor Davis Grubb em livro homônimo, em uma das figuras mais ameaçadoras do imaginário infantil na tela de cinema, com uma atuação que é talvez a melhor de sua carreira.