PODCAST: Episódio #229 – Matrimônio à Italiana

O PFC homenageia o centenário de Marcello Mastroianni publicando este episódio, no qual Alexandre Cataldo recebe os cinéfilos Tony Vendramini e Luísa Lopes (ambos parceiros de Alexandre no Podcast Cinema Italiano) para conversar sobre o ótimo filme de Vittorio de Sica, “Matrimônio à Italiana” (Matrimonio all’italiana, 1964). Mastroianni, se estivesse vivo, completaria 100 anos em 28 de setembro de 2024 e nada melhor do que celebrar esta data debatendo um filme em que o ator contracena com Sophia Loren, que completou 90 anos no último dia 20 e que ao longo da carreira fez diversos filmes ao lado de Marcello.

PODCAST: Episódio #228 – Os Filmes de Luis Buñuel – Parte Final

Alexandre e Fred voltam juntamente com Hugo Harris, do podcast “Cinefilia & Companhia” para encerrar uma série de dois episódios sobre a carreira cinematográfica do espanhol Luis Buñuel, um dos nomes mais importantes do surrealismo no cinema. Nesta fase de sua carreira, o cineasta filmou quase totalmente na Europa e entre estas produções estão as escolhidas para compor esta conversa: “A Bela da Tarde” (Belle de Jour, 1967), “O Discreto Charme da Burguesia” (Le charme discret de la bourgeoisie, 1972), “O Fantasma da Liberdade” (Le fantôme de la liberté, 1974) e “Esse Obscuro Objeto do Desejo” (Cet obscur objet du désir, 1977). 

PODCAST: Episódio #227 – Jean Vigo

Fred e Alexandre recebem Pedro Bizelli, colaborador que volta ao cast quase 4 anos depois para fazer a filmografia de um dos cineastas mais influentes do cinema francês. Jean Vigo teve uma breve carreira e só deixou uma quadra de filmes, porém a maioria deles influenciou pelo menos dois grandes movimentos do cinema na França: o chamado “Realismo Poético Francês” e mais tarde, a “Nouvelle Vague”. Neste episódio conversamos sobre toda a filmografia de Vigo: “A Propósito de Nice” (À propos de Nice, 1930), “Taris ou A Natação” (Taris, roi de l’eau, 1931), “Zero de Conduta” (Zéro de conduite, 1933) e “O Atalante” (L’Atalante, 1934).

PODCAST: Episódio #226 – Dicas Triplas do PFC #31

Voltamos a fazer mais um dicas triplas e desta vez Alexandre e Fred recebem o colaborador e jornalista Tony Vendramini para debater três ótimos filmes, possivelmente esquecidos ou desconhecidos do cinéfilo: o filme iraniano “O Viajante” (Mossafer, 1974), de Abbas Kiarostami, o clássico inglês dirigido pelo americano John Huston, “O Homem Que Queria Ser Rei” (The Man Who Would Be King, 1975) e por fim o brasileiro “Iracema, Uma Transa Amazônica” (1975), dirigido pela dupla Jorge Bodanzky e Orlando Senna, em plena ditadura no país.

PODCAST: Episódio #225 – O Portal do Paraíso

Fred e Alexandre recebem Fábio Rockenbach (Curso “A Experiência do Cinema”) e a estreante no PFC, Renata Teófilo (uma de nossas fiéis ouvintes), para debater um dos filmes mais controversos da história do cinema americano.  Acusado de ser o responsável por quase falir a lendária United Artists, execrado pela maioria dos críticos como “lixo fílmico”, o épico de Michael Cimino sobre um dos aspectos mais sórdidos da formação dos Estados Unidos, “O Portal do Paraíso” (Heaven’s Gate, 1980) é na verdade um excelente filme, que sofreu por conta de problemas da produção e outros aspectos que discutimos nesta conversa.

PODCAST: Episódio #224 – Disney

Animações também são filmes e para começar uma série de episódios com foco neste tipo de produção, Alexandre e Fred recebem Marcelo Rennó e Tony Vendramini, dois grandes colaboradores e cinéfilos apaixonados por desenho animado. O quarteto conversa nesta oportunidade sobre os Estúdios Disney e quatro longas de animação da empresa, os clássicos “Branca de Neve e os Sete Anões” (Snow White and the Seven Dwarfs, 1937), “Pinóquio” (Pinocchio, 1940), marcos da animação mundial e também “A Bela e a Fera”(Beauty and the Beast, 1991) e “Aladdin” (Aladdin, 1992), dois ótimos representantes da chamada “Renascença da Disney”.

PODCAST: Episódio #223 – Hiroshima, Meu Amor

Neste episódio, Fred e Alexandre recebem Rafael Amaral (blog “Palavras de Cinema”) e Willian de Andrade, dois grandes colaboradores do PFC. O quarteto formado debate um dos grandes clássicos de Alain Resnais, filme muitas vezes apontado como um dos marcos do cinema moderno. Estamos falando de “Hiroshima, Meu Amor” (Hiroshima Mon Amour, 1959), longa francês que expressa como poucos a aflição e complexidade de seu tempo. Uma cooperação entre franceses e japoneses, a produção marcou também a estreia de Emanuelle Riva como protagonista.

PODCAST: Episódio #222 – Os Filmes de Luis Buñuel – Parte 1

Fred e Alexandre recebem desta vez o amigo Hugo Harris, do podcast “Cinefilia & Companhia” para o primeiro episódio de uma série de dois sobre a carreira cinematográfica do espanhol Luis Buñuel, um dos nomes mais importantes do surrealismo no cinema. Buñuel filmou pouco em sua terra natal e perambulou entre França e México, onde fez alguns de seus principais filmes. Nesta primeira parte, conversamos rapidamente sobre dois curtas que chocaram Paris, “Um Cão Andaluz” (Un Chien Andalou, 1929) e “A Idade do Ouro” (L’âge D’or, 1930) e seguimos depois para território mexicano, onde o cineasta faz “Os Esquecidos” (Los Olvidados, 1950), “Viridiana” (Viridiana, 1961) e “O Anjo Exterminador” (El ángel exterminador, 1962).

PODCAST: Episódio #221 – Dicas Triplas do PFC #30

Mais um dicas triplas e desta vez Alexandre e Fred convidam o amigo e professor Fábio Rockenbach (Curso “A Experiência do Cinema” e Universidade de Passo Fundo) para debater três ótimos filmes, possivelmente esquecidos ou desconhecidos do cinéfilo: o clássico americano de John Frankenheimer, “Os Sete Dias de Maio” (Seven Days in May, 1964), o franco-italiano “Medo Sobre a Cidade” (Peur Sur La Ville, 1975), dirigido por Henri Verneuil e o excelente “O Sul” (El Sur, 1983), do espanhol Víctor Erice.

PODCAST: Episódio #220 – Amadeus

Alexandre e Fred recebem um dos “founding fathers” do PFC, Marcelo Rennó, para discutir um dos grande filmes de Milos Forman, “Amadeus” (Amadeus, 1984). O clássico baseado na peça de Peter Schaffer, relata boa parte da vida de Mozart (Tom Hulce) através do ponto de vista de seu colega Antonio Salieri, interpretado brilhantemente por F. Murray Abraham, que acabou por levar um dos 8 Oscars conquistados pelo longa. Entre outros, o clássico do tcheco Forman ganhou melhor filme e diretor naquela noite de premiação.