PODCAST: Episódio #173 – Ettore Scola

Gravamos mais um ótimo papo, desta vez para abordar a filmografia de um diretor que pode ficar de fora do radar de parte dos cinéfilos quando pensa no cinema italiano. Alexandre e Fred recebem novamente o cinéfilo e repórter Tony Vendramini (“Podcast Cinema Italiano”) para conversar sobre a vida de Ettore Scola, cineasta napolitano que começa como roteirista, mas atinge seu auge dirigindo filmes na década de 70 e 80. Nesta oportunidade focamos em três grandes longas de Scola: “Ciúme à Italiana” (Dramma della gelosia (tutti i particolari in cronaca), 1970), “Feios, Sujos e Malvados” (Brutti, sporchi e cattivi, 1976) e “Um Dia Muito Especial” (Una giornata particolare, 1977).

PODCAST: Episódio #171 – Dicas Triplas do PFC #22

Tem mais dicas pra você com Alexandre e Fred recebendo o professor Fábio Rockenbach (Universidade de Passo Fundo e Canal “Cena a Cena”) para fazer uma edição do “Dicas Triplas do PFC”. Abordaremos como de costume três filmes de nacionalidades diversas. Começamos com “Os Basiliscos” (I Basilischi, 1963) o longa de estreia da diretora italiana Lina Wertmüller. Seguimos na sequência falando sobre outro estreante: Ridley Scott experimentava a tela de cinema pela primeira vez com o excelente “Os Duelistas” (The Duellists, 1977), clássico inglês com produção da Paramount Pictures. Encerramos na década de 80 com “A Testemunha” (Witness, 1985) que foi a primeira vez que o australiano Peter Weir dirigiu nos Estados Unidos e contou com a estrela Harrison Ford.

PODCAST: Episódio #163 – Dicas Triplas do PFC #20

Em mais um episódio de dicas, Alexandre e Fred conversam com o crítico Rafael Amaral do Blog “Palavras de Cinema” e nesta oportunidade os três discutem uma trinca de filmes da década de setenta, cada um de uma nacionalidade diferente. O papo começa com o longa político de Costa-Gavras, “A Confissão” (L’Aveu, 1970), uma produção francesa, depois seguimos com a comédia italiana de Mario Monicelli, “Meus Caros Amigos” (Amici Miei, 1975) e encerramos com o diretor alemão Wim Wenders e o filme “O Amigo Americano” (Der amerikanische Freund, 1977).

PODCAST: Episódio #160 – Dicas Triplas do PFC #19

Tem episódio de “Dicas Triplas do PFC” no seu feed de áudio de cinema! Fred e Alexandre recebem o professor Fábio Rockenbach, do Canal “Cena a Cena” para mais um bate-papo sobre filmes clássicos, desta vez com três pequenas pérolas, o longa italiano de Valerio Zurlini, “Verão Violento” (Estate Violenta, 1959), o clássico americano do competente Richard Brooks, “À Sangue Frio” (In Cold Blood, 1967) e a película inglesa de Terence Davies, “Vozes Distantes” (Distant Voices, Still Lives, 1988). Como sempre reservamos o final do episódio para tratar dos spoilers.

PODCAST: Episódio #158 – O Conformista

Alexandre e Fred recebem o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) para debater pela primeira vez um filme do cineasta italiano Bernardo Bertolucci. A obra que escolhemos da carreira de sucesso deste diretor foi “O Conformista” (Il Conformista, 1970), que serviu de influência para diversos realizadores que viriam a seguir no cinema mundial. O filme tem roteiro do próprio Bertolucci (indicado ao Oscar de 1972) baseado no romance de Alberto Moravia, que apresenta um retrato contundente sobre o fascismo na Itália através da conduta de Marcello Clerici, um personagem fraco de caráter em busca de ser aceito como um homem “normal” numa sociedade anormal.

PODCAST: Episódio #150 – Accattone, Desajuste Social

Alexandre e Fred se juntam ao jornalista e cinéfilo Tony Vendramini para conversar sobre algo inédito no Podcast Filmes Clássicos: um filme dirigido por Pier Paolo Pasolini. Um dos diretores italianos mais aclamados de seu país, Pasolini nunca foi nem pretendeu ser unanimidade, muito pelo contrário, sempre andou cercado de polêmicas e de censores de suas obras, tenham sido elas escritas ou filmadas. O filme que escolhemos para representar sua obra é o seu longa-metragem de estreia, “Accattone, Desajuste Social” (Accatone, 1961), que ele mesmo foi bastante perseguido pela censura na Itália.

PODCAST: Episódio #143 – Vítimas da Tormenta

Tony Vendramini, jornalista da Rede TV, se junta a Alexandre e Fred para debater um dos primeiros grandes filmes de Vittorio De Sica, “Vítimas da Tormenta” (Sciuscià, 1946), um clássico importantíssimo do neo-realismo italiano. Vencedor do primeiro prêmio honorário da Academia de Artes e Ciências Coinematográficas dado a um filme estrangeiro, a obra de De Sica nos comove com uma história de amizade entre dois meninos corrompida pelas mazelas da segunda guerra mundial.

PODCAST: Episódio #142 – Dicas Triplas do PFC #16

Três filmes, três países, três participantes e três dicas pra você cinéfilo no “Dicas Triplas do PFC” com Fred, Alexandre e Sergio Gonçalves se reunindo para debater “Anatomia de um Crime” (Anatomy of a Murder, 1959) um dos grandes filmes de Otto Preminger; “As Mãos Sobre a Cidade” (Le mani sulla città, 1963) drama político de Francesco Rosi; e “Veneno Para As Fadas” (Veneno Para Las Hadas, 1984), terror psicológico mexicano de Carlos Enrique Taboada.

PODCAST: Episódio #138 – Dicas Triplas do PFC #15

Alexandre e Fred contam com o jornalista e crítico Rafael Amaral, do Blogue “Palavras de Cinema” para mergulhar em três grandes filmes de nacionalidades diferentes. É mais um dicas triplas com boas dicas de longas para nossos ouvintes. O papo começa na Itália, com “Aquele Que Sabe Viver” (Il Sorpasso, 1962) de Dino Risi. Depois vamos até o oeste americano para falar de “Disparo Para Matar” (The Shooting, 1966) de Monte Hellman. A conversa se encerra na Inglaterra com o grande “Caçada na Noite” (The Long Good Friday, 1980).

PODCAST: Episódio #130 – Roberto Rossellini

Em meio à crise da COVID-19, Alexandre e Fred fazem uma viagem fílmica à Itália, onde junto com o crítico Rafael Amaral (blog “Palavras de Cinema”) debatem a chamada trilogia da guerra, do cineasta Roberto Rossellini:   “Roma, Cidade Aberta” (Roma, Città Aperta, 1945), tido como o filme seminal do “Neo Realismo” no cinema, “Paisà” (1946) longa episódico que Rossellini fez logo em seguida e “Alemanha Ano Zero” (Germania anno zero, 1948), talvez uma de suas produções mais sombrias.