PODCAST: Episódio #257 – Dicas Triplas do PFC #37

Estamos de volta ao dicas triplas do PFC trazendo Fred Almeida e Alexandre Cataldo que conversam com o cinéfilo e professor Fábio Rockenbach (Curso “A Experiência do Cinema”) sobre três filmes praticamente desconhecidos do público. Começamos com o brasileiro “A Madona de Cedro” (1968) de Carlos Coimbra, partimos então para “Pelos Caminhos do Inferno” (Wake in Fright, 1971) terror psicológico de Ted Kotcheff  e terminamos com o western revisionista “Má Companhia” (Bad Company, 1972), dirigido por Robert Benton.

PODCAST: Episódio #251 – Seven – Os Sete Crimes Capitais

Para este episódio, Fred Almeida e Sergio Gonçalves recebem a ajuda internacional de Felipe Pecci para juntos desvendar “Seven – Os Sete Crimes Capitas” (Se7en, 1995), thriller criminal dirigido pelo – quase – estreante no cinema, David Fincher.  Com auxílio de atores experientes e talentosos  como Morgan Freeman, Brad Pitt e Kevin Spacey, o cineasta produz um dos seus melhores filmes, inesquecível para quem há exatos 30 anos atrás, resolveu arriscar uma ida ao cinema sem saber muito o que esperar do longa.

PODCAST: Episódio #250 – John Frankenheimer

Fred Almeida e o founding father Marcelo Rennó convidam Marcos Damiani, do “podcast Cinemaventura”, para mais uma conversa cinéfila: o escolhido da vez é um diretor americano que dificilmente é lembrado na lista dos grandes de seu país, mas que teve um período bastante prolífero na década de 60.  John Frankenheimer é o tema deste áudio, cineasta que entre 1962 e 1966 lançou grandes clássicos como “O Homem de Alcatraz (Birdman of Alcatraz, 1962), “Sob o Domínio do Mal” (The Manchurian Candidate, 1962), “O Segundo Rosto” (Seconds, 1966) e “Grand Prix” (Grand Prix, 1966), além, é claro, de “Os Sete Dias de Maio”, longa já trazido aqui neste podcast.

PODCAST: Episódio #248 – Roberto Pires

Alexandre e Fred recebem um novo convidado no PFC. Pela primeira vez se junta ao time o cinéfilo e ouvinte Wilmerson da Silva para debater a carreira do cineasta baiano Roberto Pires, grande nome do ciclo de cinema do estado na década de 60. Inventor e visionário, Pires foi influência para diretores como Glauber Rocha e gerou uma filmografia construída como muita criatividade e luta para suprir os poucos recursos do cinema nacional. Neste episódio conversamos mais detalhadamente sobre “Redenção” (1959), “A Grande Feira” (1961), “Tocaia no Asfalto” (1962) e “Abrigo Nuclear” (1981), uma inusitada ficção científica brasileira.

PODCAST: Episódio #245 – No Silêncio da Noite

Neste episódio do PFC, Alexandre e Fred convidaram o cinéfilo e ouvinte Felipe Pecci para um bate papo sobre Nicholas Ray e um de seus melhores filmes, o clássico noir “No Silêncio da Noite” (In a Lonely Place, 1950). Produzido e estrelado por Humphrey Bogart, a história gira em torno do roteirista Dixon Steele, suspeito de ter cometido um crime capital, papel que até hoje é considerado como um dos melhores do ator. Contracenando com ele, Gloria Grahame, então esposa de Nicholas Ray, em uma das interpretações mais memoráveis de sua carreira.

PODCAST: Episódio #240 – Dicas Triplas do PFC #34

No episódio de hoje, Alexandre e Fred se juntam ao cinéfilo e ouvinte Guilherme Ferro para a gravação de mais um “Dicas Triplas do PFC” e nele conversam sobre três filmes que muitos cinéfilos podem desconhecer: Do Reino Unido trazemos a produção de Harry Saltzman que alavancou a carreira de Michael Caine, “IPCRESS: Arquivo Confidencial” (The IPCRESS File, 1965), dirigido por Sidney J. Furie; Da Itália, o longa dirigido por Maurizio Lucidi ainda sem título no Brasil, mas que numa tradução livre poderia ser nominado como “A Vítima Escolhida” (La vittima designata, 1971); Por fim debatemos o longa “Anjos Caídos” (Do lok tin si, 1995), filme produzido em Hong Kong e dirigido por Wong Kar-Wai.

PODCAST: Episódio #239 – Nikkatsu Noir

Neste episódio do PFC, Fred e Alexandre recebem o cinéfilo e podcaster Marcos Damiani  (Podcast Cinemaventura) para conversarem sobre um tema pouco explorado entre os cinéfilos, o filme criminal japonês. Batizado pela distribuidora Criterion como Nikkatsu Noir, deste conjunto de filmes destacamos “A Juventude da Besta” (Yajû no seishun, 1963) e “Tóquio Violenta” (Tôkyô nagaremono, 1966), ambas produções dirigidas por Seijun Suzuki, um dos expoentes do gênero. Para completar o episódio, o excelente “Um Colt é Meu Passaporte” (Koruto wa ore no pasupôto, 1967) de Takashi Nomura.

PODCAST: Episódio #233 – O Silêncio dos Inocentes

Três founding fathers do Podcast Filmes Clássicos se juntam para conversar sobre um dos filmes americanos mais aclamados dos anos 90. Alexandre, Fred e Serio Gonçalves analisam o clássico de Jonathan Demme, “O Silêncio dos Inocentes” (The Silence of the Lambs, 1991), um dos únicos três filmes que até o momento conseguiram levar para casa as cinco principais estatuetas do Oscar. Um thriller psicológico que marcou época e venceu a barreira do tempo, o filme de Demme coloca uma personagem feminina no papel central, inserida num mundo masculino e opressor, representado principalmente pela figura inesquecível de Hannibal Lecter.

PODCAST: Episódio #221 – Dicas Triplas do PFC #30

Mais um dicas triplas e desta vez Alexandre e Fred convidam o amigo e professor Fábio Rockenbach (Curso “A Experiência do Cinema” e Universidade de Passo Fundo) para debater três ótimos filmes, possivelmente esquecidos ou desconhecidos do cinéfilo: o clássico americano de John Frankenheimer, “Os Sete Dias de Maio” (Seven Days in May, 1964), o franco-italiano “Medo Sobre a Cidade” (Peur Sur La Ville, 1975), dirigido por Henri Verneuil e o excelente “O Sul” (El Sur, 1983), do espanhol Víctor Erice.

PODCAST: Episódio #217 – Pulp Fiction – Tempo de Violência

Fred, Alexandre, Hugo Harris e Marcos Damiani adentram o universo de Quentin Tarantino para falar sobre “Pulp Fiction – Tempo de Violência” (Pulp Fiction, 1994) que neste ano completa 30 anos de existência e desde sua produção tem sido imitado, referenciado e laureado ao longo dos anos. Uma espécie de comédia e film noir na forma de antologia com uso de diálogos de maneira incomum no cinema americano, o filme dividiu opiniões, mas foi reconhecido como melhor filme em Cannes, antes mesmo de ser exibido comercialmente.