Resenha #55 – Solidão (Lonesome, 1928)
O austro-húngaro Pál Fejös havia feito diversos filmes em sua terra natal antes de ir para os Estados Unidos na década de 20 perseguir sua formação profissional como químico. Mesmo trabalhando para o Instituto Rockfeller como assistente, ele não abandonou sua verdadeira paixão e em 1927 produziu com recursos próprios – pela bagatela de U$…