PODCAST: Episódio #224 – Disney

Animações também são filmes e para começar uma série de episódios com foco neste tipo de produção, Alexandre e Fred recebem Marcelo Rennó e Tony Vendramini, dois grandes colaboradores e cinéfilos apaixonados por desenho animado. O quarteto conversa nesta oportunidade sobre os Estúdios Disney e quatro longas de animação da empresa, os clássicos “Branca de Neve e os Sete Anões” (Snow White and the Seven Dwarfs, 1937), “Pinóquio” (Pinocchio, 1940), marcos da animação mundial e também “A Bela e a Fera”(Beauty and the Beast, 1991) e “Aladdin” (Aladdin, 1992), dois ótimos representantes da chamada “Renascença da Disney”.

PODCAST: Episódio #223 – Hiroshima, Meu Amor

Neste episódio, Fred e Alexandre recebem Rafael Amaral (blog “Palavras de Cinema”) e Willian de Andrade, dois grandes colaboradores do PFC. O quarteto formado debate um dos grandes clássicos de Alain Resnais, filme muitas vezes apontado como um dos marcos do cinema moderno. Estamos falando de “Hiroshima, Meu Amor” (Hiroshima Mon Amour, 1959), longa francês que expressa como poucos a aflição e complexidade de seu tempo. Uma cooperação entre franceses e japoneses, a produção marcou também a estreia de Emanuelle Riva como protagonista.

PODCAST: Episódio #222 – Os Filmes de Luis Buñuel – Parte 1

Fred e Alexandre recebem desta vez o amigo Hugo Harris, do podcast “Cinefilia & Companhia” para o primeiro episódio de uma série de dois sobre a carreira cinematográfica do espanhol Luis Buñuel, um dos nomes mais importantes do surrealismo no cinema. Buñuel filmou pouco em sua terra natal e perambulou entre França e México, onde fez alguns de seus principais filmes. Nesta primeira parte, conversamos rapidamente sobre dois curtas que chocaram Paris, “Um Cão Andaluz” (Un Chien Andalou, 1929) e “A Idade do Ouro” (L’âge D’or, 1930) e seguimos depois para território mexicano, onde o cineasta faz “Os Esquecidos” (Los Olvidados, 1950), “Viridiana” (Viridiana, 1961) e “O Anjo Exterminador” (El ángel exterminador, 1962).

PODCAST: Episódio #221 – Dicas Triplas do PFC #30

Mais um dicas triplas e desta vez Alexandre e Fred convidam o amigo e professor Fábio Rockenbach (Curso “A Experiência do Cinema” e Universidade de Passo Fundo) para debater três ótimos filmes, possivelmente esquecidos ou desconhecidos do cinéfilo: o clássico americano de John Frankenheimer, “Os Sete Dias de Maio” (Seven Days in May, 1964), o franco-italiano “Medo Sobre a Cidade” (Peur Sur La Ville, 1975), dirigido por Henri Verneuil e o excelente “O Sul” (El Sur, 1983), do espanhol Víctor Erice.

PODCAST: Episódio #220 – Amadeus

Alexandre e Fred recebem um dos “founding fathers” do PFC, Marcelo Rennó, para discutir um dos grande filmes de Milos Forman, “Amadeus” (Amadeus, 1984). O clássico baseado na peça de Peter Schaffer, relata boa parte da vida de Mozart (Tom Hulce) através do ponto de vista de seu colega Antonio Salieri, interpretado brilhantemente por F. Murray Abraham, que acabou por levar um dos 8 Oscars conquistados pelo longa. Entre outros, o clássico do tcheco Forman ganhou melhor filme e diretor naquela noite de premiação.

PODCAST: Episódio #219 – Vidas Amargas

Mais um lançamento no feed do PFC e desta vez iremos falar de James Dean e Elia Kazan! Para conversar sobre o assunto, Fred e Alexandre o escritor Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) e o produtor do podcast “Sábado Sem Legenda”, Diego Quaglia. O filme abordado, claro, é “Vidas Amargas” (East of Eden, 1955), produção da Warner que foi o primeiro trabalho de James Dean no cinema. Sob a direção de Elia Kazan, o filme mesmo com um elenco quase todo desconhecido em Hollywood, alcançou status de grande obra e rendeu inúmeras indicações ao Oscar.

PODCAST: Episódio #218 – Jacques Tati

Alexandre e Fred convocam o crítico de João Pessoa, Renato Félix, para conversar sobre a obra de um dos gênios da comédia mundial, o francês Jacques Tati. O cineasta é celebrado até hoje como um dos mais criativos de sua arte, principalmente pela maneira como utiliza o som e a direção de arte em seus filmes. Apesar de ter filmado muito pouco, três de seus clássicos se destacam em sua obra e comentamos eles aqui: “As Férias do Sr. Hulot” (Les vacances de Monsieur Hulot, 1953), “Meu Tio” (Mon Oncle, 1958) e “Playtime – Tempo de Diversão” (Playtime, 1967). 

PODCAST: Episódio #217 – Pulp Fiction – Tempo de Violência

Fred, Alexandre, Hugo Harris e Marcos Damiani adentram o universo de Quentin Tarantino para falar sobre “Pulp Fiction – Tempo de Violência” (Pulp Fiction, 1994) que neste ano completa 30 anos de existência e desde sua produção tem sido imitado, referenciado e laureado ao longo dos anos. Uma espécie de comédia e film noir na forma de antologia com uso de diálogos de maneira incomum no cinema americano, o filme dividiu opiniões, mas foi reconhecido como melhor filme em Cannes, antes mesmo de ser exibido comercialmente.

PODCAST: Episódio #216 – Anthony Mann & John Alton

Fred e Alexandre convidam o founding father Marcelo Rennó para juntos conversarem sobre uma das parcerias mais influentes quando o assunto é film noir. Falamos da dupla Anthony Mann e John Alton, respectivamente, diretor e diretor de Fotografia. Os dois subiram juntos a escadaria da fama em Hollywood, começando nos estúdios da chamada Poverty Row para depois chegar no primeiro time do cinema americano. São deste primeiro período os três filmes que trazemos para o debate: “Moeda Falsa” (T-Men, 1947), “Entre Dois Fogos” (Raw Deal, 1948) e “O Demônio da Noite” (He Walked By Night, 1948). Juntos, Mann & Alton foram fundamentais em estabelecer os rumos do cinema criminal americano dos anos 40/50, tanto tematicamente quanto esteticamente.

PODCAST: Episódio #215 – O Incrível Exército Brancaleone

Alexandre e Fred trazem de volta ao PFC, Tony Vendramini e juntos eles conversam sobre “O Incrível Exército Brancaleone” (L’Armata Brancaleone, 1966) um dos filmes de maior sucesso da carreira de Mario Monicelli, que foi um dos diretores fundamentais da chamada Commedia all’italiana. Desacreditado antes de ser produzido e aclamado pelo público após chegar nas salas de cinema, a produção contou com as presenças de Vittorio Gassmann e Gian Maria Volontè e gerou o termo “brancaleônico”, que virou adjetivo utilizado toda vez que se queria descrever algo que se desenhava como uma bravata inalcançável por aqueles que não possuíam competência para tal.