PODCAST: Episódio #186 – O Mensageiro do Diabo

Fred e Alexandre trazem de volta o professor Fábio Rockenbach (Universidade de Passo Fundo) para debater mais uma excelente produção do cinema americano e única experiência como diretor de um dos maiores atores de seu próprio tempo. O papo hoje será sobre “O Mensageiro do Diabo” (The Night Of The Hunter, 1955), clássico thriller conduzido por Charles Laughton, que em sua única tentativa como cineasta, realizou um filme intrigante visualmente, com temática um tanto ousada para sua época. Robert Mitchum foi o escolhido para transformar o personagem Harry Powell, criado pelo autor Davis Grubb em livro homônimo, em uma das figuras mais ameaçadoras do imaginário infantil na tela de cinema, com uma atuação que é talvez a melhor de sua carreira.

PODCAST: Episódio #185 – Os Filmes de William Wyler – Parte Final

Chegou a hora de concluir mais uma filmografia e para isso Fred e Alexandre recebem novamente o crítico Rafael Amaral. O tema é claro são os filmes do grande diretor americano William Wyler, nesta que é a última parte de uma série de episódios do podcast. Começamos este bate-papo com “Sublime Tentação” (Friendly Persuasion, 1956) que lhe rendeu a Palma de Ouro em Cannes, seguimos com o western “Da Terra Nascem os Homens” (The Big Country, 1958), provavelmente o melhor filme entre os quatro comentados, depois seguimos com “Infâmia” (The Children’s Hour, 1961), uma refilmagem de uma história que ele havia feito na década de 30 e terminamos nossa jornada com “O Colecionador” (The Collector, 1965).

PODCAST: Episódio #184 – O Garoto

Alexandre e Fred voltam a falar do brilhante Charles Chaplin e para isso escolhemos um de seus mais importantes filmes, realizado há mais de 100 anos.  Para o bate papo, chamamos o nosso colaborador e fundador do podcast, Sergio Gonçalves e também, pela primeira vez, o jornalista e crítico da rádio CBN de João Pessoa, Renato Félix. Neste episódio conversamos sobre “O Garoto” (The Kid), lançado em 1921 e que foi um dos primeiros filmes de maior “minutagem” de Charles Chaplin, algo que se tornaria frequente nas produções seguintes de Chaplin e uma tendência natural do cinema à época.

PODCAST: Episódio #183 – Dicas Triplas do PFC #24

Alexandre e Fred convidam o jornalista e cinéfilo Tony Vendramini para mais um episódio de dicas no Podcast Filmes Clássicos. Nesta oportunidade, a edição #24 do “Dicas Triplas do PFC” vem com humor negro, porrada, tiro e bomba. Começamos com o filme cubano de Tomás Gutiérrez Alea, “A Morte de Um Burocrata” (La muerte de un burócrata, 1966), depois seguimos para os Estados Unidos e do inglês John Boorman falamos de “À Queima Roupa” (Point Blank, 1967), clássico neo noir com Lee Marvin. Por fim terminamos na Itália para trazer um longa do subgênero policial Poliziotteschi, dirigido por Fernando Di Leo, chega “Milão Calibre 9” (Milano Calibro 9, 1972), com Gastone Moschin e Lionel Stander.

PODCAST: Episódio #182 – Os Filmes de William Wyler – Parte 2

Fred e Alexandre sofrem uma baixa inesperada, capturada de última hora e levada para um campo de  prisioneiros de guerra neste episódio que trata de filmes da segunda guerra e o envolvimento do grande diretor americano William Wyler no conflito. Estamos falando da segunda parte de nossa série de três episódios sobre a carreira de Willy e na ocasião começamos com seu premiado “Rosa da Esperança” (Mrs. Miniver, 1942), seguimos na Segunda Grande Guerra com “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” (The Best Years of Our Lives, 1946), encontramos Kirk Douglas em “Chaga de Fogo” (Detective Story, 1951) e terminamos nossa jornada em Roma, com “A Princesa e o Plebeu” (Roman Holiday, 1953).

PODCAST: Episódio #181 – Leon Hirszman

Pela primeira vez em nosso podcast fazemos a filmografia completa de um diretor nacional. O escolhido por Alexandre e Fred para a ocasião é o excelente Leon Hirszman e para abrilhantar nosso papo, trouxemos de volta Sergio Gonçalves. Passamos por vários filmes de Hirszman brevemente, mas separamos três para um debate mais a fundo, são eles: “A Falecida” (1965), o primeiro longa dirigido por ele, a partir de um texto de Nelson Rodrigues; “São Bernardo” (1972), um dos seus melhores trabalhos, adaptado de uma obra de Graciliano Ramos; e “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), outro excelente filme que teve como base a peça de mesmo nome escrita por Gianfrancesco Guarnieri.

PODCAST: Episódio #180 – Fahrenheit 451

Alexandre e Fred recebem o músico Willian de Andrade (Instagram “Oitavo Dia”) para mais um ótimo papo sobre cinema, desta vez abordamos o único filme em língua inglesa dirigido pelo francês François Truffaut: “Fahrenheit 451” (Fahrenheit 451, 1966). Baseado num romance do americano Ray Bradbury, que trata sobre um futuro distópico onde livros são levados à fogueira, o longa foi concebido por Truffaut como uma fábula, de maneira a explorar um assunto que o fascinava: o destino de uma sociedade que resolve se desfazer de qualquer texto literário de maneira a controlar o modo de agir e pensar de sua população.

PODCAST: Episódio #179 – Os Filmes de William Wyler – Parte 1

Alexandre e Fred recebem o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) para dar o ponta pé inicial em mais uma filmografia no Podcast Filmes Clássicos. Chegou a vez de falarmos de um dos grandes diretores da chamada era de ouro de Hollywood: William Wyler. Primeiro falamos de “Fogo de Outono” (Dodsworth, 1936), longa de fundamental importância para estabelecer Wyler como um promissor realizador em Hollywood. A seguir entramos na fase de colaboração de Wyler com a atriz Bette Davis, que rendeu os três outros clássicos que comentamos aqui: “Jezebel” (Jezebel, 1938), “A Carta” (The Letter, 1940) e finalizamos com o excelente “Pérfida” (The Little Foxes, 1941).

PODCAST: Episódio #178 – O Bebê de Rosemary

Mergulhamos em mais uma incursão no gênero terror e desta vez Fred e Alexandre convocam um especialista no assunto “bebês”: o médico obstetra e cinéfilo Sergio Gonçalves volta ao nosso podcast para debater um clássico de sua escolha: “O Bebê de Rosemary” (Rosemary’s Baby, 1968), de Roman Polanski. Filme de estreia do polonês em solo americano, foi fundamental para lançar a carreira de Mia Farrow no cinema e serviu como um importante “tijolo” na reconstrução da Paramount Pictures. Este marco do gênero terror foi um estrondoso sucesso de bilheteria, servindo de influência para filmes como “O Exorcista” e “A Profecia” na década seguinte.