Resenha #41 – Feras Que Foram Homens (Three Came Home, 1950)

Um bonito filme, baseado no livro autobiográfico da escritora americana Agnes Newton Keith, que vivia na ilha de Bornéu e foi feita prisioneira dos japoneses, juntamente com seu filho, por vários anos durante a Segunda Guerra Mundial.   Dirigido pelo competente Jean Negulesco (o mesmo realizadfor dos excelentes “Acordes do Coração” e “Johnny Belinda”), o…

PODCAST: Episódio #37 – Os Filmes de Billy Wilder – Parte 1

No episódio 37, Fred e Alexandre voltam a trabalhar com a filmografia de um grande nome do cinema mundial, o escolhido da vez é Billy Wilder que fez brilhante carreira nos Estados Unidos. No primeiro de três episódios desta série sobre o cineasta, abordamos desde seu primeiro trabalho na direção, quando co-dirigiu o filme francês “A Semente do Mal” (Mauvaise Graine, 1934) até um de seus mais aclamados filmes, o clássico absoluto “Crepúsculo dos Deuses” (Sunset Blvd., 1950).

Resenha #38 – A Espada Bijomaru (Meitô Bijomaru, 1945)

O diretor Kenji Mizoguci é reconhecido, pelos cinéfilos ocidentais, como um dos três grandes diretores japoneses antigos, juntamente com Ozu e Kurosawa. Desde que vi pela primeira vez um filme de Mizoguchi, já há mais de uma década (e foi aquele que geralmente é o primeiro visto por qualquer cinéfilo, “Contos da Lua Vaga”, seu…

Resenha #35 – A Grande Ilusão (All The King’s Men, 1949)

 O romance escrito por Robert Penn Warren, ganhador do prêmio Pulitzer, sobre a ascensão e a queda de um político populista foi magistralmente levada às telas neste filme, pelo diretor Robert Rossen. Deixemos nossas preferências políticas de lado e façamos um enorme esforço para não notar as similaridades entre o protagonista Willie Stark e o nosso…

PODCAST: Episódio #34 – Os Filmes de Masaki Kobayashi

Alexandre e Fred se juntam mais uma vez e passam por todos os 22 filmes do diretor Masaki Kobayashi, porém se aprofundam em quatro ótimos filmes que se destacam na carreira dele: a trilogia “Guerra e Humanidade” (Ningen no Jôken, 1959/1961), sua obra-prima, “Harakiri” (Seppuku, 1962), seu primeiro filme a cores, “As 4 Faces do Medo” (Kaidan, 1964) e o ótimo chambara com Toshirô Mifune, “Rebelião” (Jôi-uchi: Hairyô tsuma shimatsu, 1967).

Resenha #33 – Domínio de Bárbaros (The Fugitive, 1947)

É sabido que expectativa demais é um grande passo para a frustração.  Em relação aos filmes, é bastante comum criarmos grandes expectativas quanto a obras dos grandes diretores.  Vamos assistir a seus filmes esperando sempre que sejam excelentes.  Às vezes isso não acontece.  Perfeitamente normal, já que até Alfred Hitchcock tem pequenas manchas em seu…

PODCAST: Episódio #33 – O Pagador de Promessas

Alexandre, Fred e Sergio revisitam um grande filme brasileiro, o longa nacional mais premiado internacionalmente e até hoje único filme da América Latina a ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes: O Pagador de Promessas, de 1962. Dirigido pelo então galã Anselmo Duarte, foi a estréia de Leonardo Villar e Glória Menezes no cinema e lançou também a carreira de importantes atores como Othon Bastos, Geraldo Del Rey e Antônio Pitanga.

Resenha #29 – Ran (Ran, 1985)

Ran é provavelmente um dos últimos grandes filmes de Akira Kurosawa. Ele foi produzido em 1985, num período pouco prolífero (em termos de quantidade de filmes) do japonês, época em que praticamente realizava um filme a cada cinco anos (fato corriqueiro entre 1965 e 1990). Entretanto, o filme é consagrado como um dos melhores de…

Resenha #27 – Os Demônios (The Devils, 1971)

Ken Russell era um diretor destemido. A década de 70 foi um período de experimentação e ousadia para a arte cinematográfica. A soma destes dois fatores resultou no intenso “Os Demônios”, ótimo filme britânico sobre o suposto caso de possessão demoníaca de um grupo de freiras na cidade francesa de Loudun no século XVII.  …