PODCAST: Episódio #47 – Os Filmes de Carl Th. Dreyer – Parte 1

Alexandre e Fred contam com um convidado muito especial, Fernando Brito, curador da Versátil, para discutir a seleta filmografia do diretor dinamarquês Carl Th. Dreyer, um cineasta que filmava pouco mas dizia muito através de seus filmes, muitos deles com elaborados trabalhos de câmera e planos bem compostos. Nesta parte 1 discutimos “O Martírio de Joana d’Arc” (Le Passion de Jeanne d’Arc, 1928) e “O Vampiro” (Vampyr, 1932).

PODCAST: Episódio #46 – Dicas Triplas do PFC #4

Alexandre e Fred adicionam mais três dicas à série “Dicas Triplas do PFC”. Este é o quarto bate-papo naquele formato do podcast, onde indicamos três ótimos filmes que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral. Seguindo nossa tradição dos “dicas triplas”, são longas de três nacionalidades diferentes: um britânico, um americano e um espanhol.

PODCAST: Episódio #44 – Os Incompreendidos

No episódio 44 os podcasters Alexandre e Fred recebem o músico e cinéfilo catarinense Bruno Kohl para debater o primeiro longa-metragem dirigido por François Truffaut e intitulado no Brasil de “Os Incompreendidos” (Les Quatre Cents Coup, 1959). Este filme auto-biográfico é um dos filmes seminais do movimento francês conhecido por Nouvelle Vague e lançou a carreira de Jean-Pierre Léaud, ator que ficaria famoso interpretando o alter ego do diretor.

Resenha #52 – Na Garganta do Diabo (1960)

Ambientado durante a Guerra do Paraguai e filmado em locação às margens das Cataratas do Iguaçu, este raro longa-metragem de Walter Hugo Khouri, se não tem a qualidade e intensidade do ótimo “Noite Vazia”, de 1964, pelo menos já indicava uma trajetória naquela direção, inclusive no sentido de explorar a sensualidade e presença de tela…

PODCAST: Episódio #42 – Os Filmes de Billy Wilder – Parte 2

No episódio 42, Alexandre e Fred retornam à filmografia do mestre Billy Wilder para concluir a segunda parte de uma série de três episódios. Desta vez focamos a década de 50 e passamos por oito filmes do diretor, explorando mais profundamente o clássico film noir “A Montanha dos Sete Abutres” (Ace in the Hole, 1951), um dos maiores sucessos de bilheteria do diretor, chamado no Brasil de “Inferno Nº 17” (Stalag 17, 1953), o engenhoso “Testemunha da Acusação” (Witness for the Prosecution, 1957), que foi adaptado de uma peça de Agatha Christie e o hilário “Quanto Mais Quente Melhor” (Some Like It Hot, 1959), considerado uma das melhores comédias do cinema.

PODCAST: Episódio #41 – Cidadão Kane

Fred e Alexandre recebem o primeiro convidado especial do PFC, o podcaster Marcelo Zagnoli (TigreCast) e juntos investigam os segredos do excepcional “Cidadão Kane” (Citizen Kane, 1941), filme do estreante Orson Welles, garoto prodígio que chega a Hollywood com apenas 24 anos, dirige seu primeiro longa-metragem e muda a história do cinema para sempre.

PODCAST: Episódio #40 – O Tesouro de Sierra Madre

Alexandre e Fred sobem a motanha mais alta de Durango atrás de “O Tesouro de Sierra Madre” (The Treasure of the Sierra Madre) clássico americano de 1948 e um dos melhores filmes produzido pela Warner Brothers. Dirigido por John Huston e estrelado por seu pai Walter Huston, que divide a tela com Humphrey Bogart, Tim Holt e Bruce Bennet, o longa conquistou três estatuetas na cerimônia de 49, levando para casa os Oscars de direção e roteiro (para John Huston) e ator coadjuvante (para Walter Huston). ]

Resenha #42 – À Margem da Vida (Caged, 1950)

Muitos filmes de prisão já foram feitos. Alguns deles, ambientados em prisões femininas. Esse tipo de filme costuma ser recheado de clichês: a protagonista geralmente erroneamente condenada ou condenada por um crime leve, que foi levada a cometer por circunstâncias contrárias à sua vontade; a prisioneira “malvada” que inferniza a vida da protagonista; a prisioneira…

PODCAST: Episódio #38 – Contos da Lua Vaga

Alexandre e Fred conversam sobre o excelente “Contos da Lua Vaga” (Ugetsu Monogatari, 1953) filme japonês dirigido por Kenji Mizoguchi e que foi – ao lado de Rashômon – um dos responsáveis por tornar o cinema nipônico popular no ocidente na década de 50.