PODCAST: Episódio #191 – Uma Rua Chamada Pecado

Alexandre e  Fred conversam desta vez com o cinéfilo Marcelo Rennó sobre um dos mais emblemáticos filmes quando o assunto é o trabalho de atores no cinema americano. Estamos nos referindo a “Uma Rua Chamada Pecado” (A Streetcar Named Desire, 1951) dirigido por Elia Kazan, ele mesmo um dos fundadores do chamado Actor’s Studio. Neste clássico, Kazan  trouxe da peça de Tennessee Willians que encenou por anos com sucesso na Broadway, diversos atores que estudavam o chamado “Método”, dentre eles os ainda desconhecidos do público de cinema, Marlon Brando , Kim Hunter e Karl Malden. O contra-ponto ficava por conta de Vivien Leigh, nesta altura uma veterana estrela das telas, mas que já havia interpretado o papel principal de Blanche Dubois no teatro inglês.

PODCAST: Episódio #190 – Nelson Pereira dos Santos

Fred e Alexandre convidaram o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema” e “Jornal de Jundiaí”) para mais um bate-papo amistoso, desta vez sobre o legado de Nelson Pereira dos Santos. O trio começa o papo com o primeiro filme de Nelson, “Rio, 40 Graus” (1955), clássico brasileiro e precursor do Cinema Novo. Em seguida falam sobre “Rio, Zona Norte” (1957), talvez um dos melhores trabalhos do cineasta. Em sequência vem Nelson adaptando grandes textos de autores brasileiros como Nelson Rodrigues, que escreveu a peça que depois virou o filme “Boca de Ouro” (1963), estreia do polêmico dramaturgo nos cinemas pelas mãos de Nelson Pereira. Por fim, chega a vez de Graciliano Ramos, que teve seu romance “Memórias do Cárcere” transformado em filme no ano de 1984 pelo diretor.

PODCAST: Episódio #189 – Pai e Filha

Alexandre e  Fred recebem mais um convidado para debater um dos grandes filmes do diretor japonês Yasujiro Ozu. Nosso amigo Hugo Harris, professor de jornalismo na faculdade Mackenzie e produtor do podcast “Cinefilia & Companhia” retorna ao PFC para conversar com a gente sobre “Pai e Filha” (Banshun, 1949), o primeiro filme de Ozu a contar com dois atores bastante importantes para sua carreira: Setsuko Hara e Chishû Ryû. A história, bastante sensível e universal, trata da separação natural entre um pai viúvo e sua filha, que deve seguir seu caminho começando sua  própria família, num Japão que se moderniza rapidamente no pós-guerra, sob ocupação americana.

PODCAST: Episódio #188 – Dicas Triplas do PFC #25

Fred e Alexandre recebem de volta o músico Willian de Andrade (confira o perfil dele no Instagram: “Oitavo Dia”) para debater mais três ótimas dicas fílmicas, ao redor do globo. Na 25ª edição do dicas triplas do PFC, conversamos sobre o clássico noir americano dirigido por Edmund Goulding “O Beco das Almas Perdidas” (Nightmare Alley, 1947), nos aprofundamos na comédia dramática italiana “Semeando a Ilusão” (Lo Scopone Scientifico, 1972), de Luigi Comencini e finalizamos com o longa polonês do cineasta Andrzej Zulawski, “O Diabo” (Diabel, 1972).

PODCAST: Episódio #186 – O Mensageiro do Diabo

Fred e Alexandre trazem de volta o professor Fábio Rockenbach (Universidade de Passo Fundo) para debater mais uma excelente produção do cinema americano e única experiência como diretor de um dos maiores atores de seu próprio tempo. O papo hoje será sobre “O Mensageiro do Diabo” (The Night Of The Hunter, 1955), clássico thriller conduzido por Charles Laughton, que em sua única tentativa como cineasta, realizou um filme intrigante visualmente, com temática um tanto ousada para sua época. Robert Mitchum foi o escolhido para transformar o personagem Harry Powell, criado pelo autor Davis Grubb em livro homônimo, em uma das figuras mais ameaçadoras do imaginário infantil na tela de cinema, com uma atuação que é talvez a melhor de sua carreira.

PODCAST: Episódio #185 – Os Filmes de William Wyler – Parte Final

Chegou a hora de concluir mais uma filmografia e para isso Fred e Alexandre recebem novamente o crítico Rafael Amaral. O tema é claro são os filmes do grande diretor americano William Wyler, nesta que é a última parte de uma série de episódios do podcast. Começamos este bate-papo com “Sublime Tentação” (Friendly Persuasion, 1956) que lhe rendeu a Palma de Ouro em Cannes, seguimos com o western “Da Terra Nascem os Homens” (The Big Country, 1958), provavelmente o melhor filme entre os quatro comentados, depois seguimos com “Infâmia” (The Children’s Hour, 1961), uma refilmagem de uma história que ele havia feito na década de 30 e terminamos nossa jornada com “O Colecionador” (The Collector, 1965).

PODCAST: Episódio #184 – O Garoto

Alexandre e Fred voltam a falar do brilhante Charles Chaplin e para isso escolhemos um de seus mais importantes filmes, realizado há mais de 100 anos.  Para o bate papo, chamamos o nosso colaborador e fundador do podcast, Sergio Gonçalves e também, pela primeira vez, o jornalista e crítico da rádio CBN de João Pessoa, Renato Félix. Neste episódio conversamos sobre “O Garoto” (The Kid), lançado em 1921 e que foi um dos primeiros filmes de maior “minutagem” de Charles Chaplin, algo que se tornaria frequente nas produções seguintes de Chaplin e uma tendência natural do cinema à época.

PODCAST: Episódio #182 – Os Filmes de William Wyler – Parte 2

Fred e Alexandre sofrem uma baixa inesperada, capturada de última hora e levada para um campo de  prisioneiros de guerra neste episódio que trata de filmes da segunda guerra e o envolvimento do grande diretor americano William Wyler no conflito. Estamos falando da segunda parte de nossa série de três episódios sobre a carreira de Willy e na ocasião começamos com seu premiado “Rosa da Esperança” (Mrs. Miniver, 1942), seguimos na Segunda Grande Guerra com “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” (The Best Years of Our Lives, 1946), encontramos Kirk Douglas em “Chaga de Fogo” (Detective Story, 1951) e terminamos nossa jornada em Roma, com “A Princesa e o Plebeu” (Roman Holiday, 1953).

PODCAST: Episódio #181 – Leon Hirszman

Pela primeira vez em nosso podcast fazemos a filmografia completa de um diretor nacional. O escolhido por Alexandre e Fred para a ocasião é o excelente Leon Hirszman e para abrilhantar nosso papo, trouxemos de volta Sergio Gonçalves. Passamos por vários filmes de Hirszman brevemente, mas separamos três para um debate mais a fundo, são eles: “A Falecida” (1965), o primeiro longa dirigido por ele, a partir de um texto de Nelson Rodrigues; “São Bernardo” (1972), um dos seus melhores trabalhos, adaptado de uma obra de Graciliano Ramos; e “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), outro excelente filme que teve como base a peça de mesmo nome escrita por Gianfrancesco Guarnieri.

PODCAST: Episódio #180 – Fahrenheit 451

Alexandre e Fred recebem o músico Willian de Andrade (Instagram “Oitavo Dia”) para mais um ótimo papo sobre cinema, desta vez abordamos o único filme em língua inglesa dirigido pelo francês François Truffaut: “Fahrenheit 451” (Fahrenheit 451, 1966). Baseado num romance do americano Ray Bradbury, que trata sobre um futuro distópico onde livros são levados à fogueira, o longa foi concebido por Truffaut como uma fábula, de maneira a explorar um assunto que o fascinava: o destino de uma sociedade que resolve se desfazer de qualquer texto literário de maneira a controlar o modo de agir e pensar de sua população.