PODCAST: Episódio #151 – Os Filmes de Orson Welles – Parte 1

Alexandre e Fred recebem o crítico Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) para dar início a mais um filmografia no Podcast Filmes Clássicos.  Estava mais que na hora de abordarmos um dos diretores mais influentes de todos os tempos. Inovador, contestador, ousado, gênio: o americano Orson Welles inicia sua carreira em Hollywood com controle total sobre a produção de Cidadão Kane, mas o que se segue é uma recorrente queda de braço entre Welles e os produtores de seus próximos filmes. Para contar esta história e muitas outras, escolhemos os filmes “Soberba” (The Magnificent Ambersons, 1942), “A Dama de Shanghai” (The Lady From Shanghai, 1947), “Macbeth” (Macbeth, 1948) e “Otelo” (The Tragedy of Othello: The Moor of Venice, 1952). 

PODCAST: Episódio #146 – Ajuste Final

Fred e Alexandre recebem o cinéfilo Marcelo Rennó para debater mais um grande filme. Chegou a hora de falar sobre uma obra dos brilhantes irmãos Coen e o escolhido foi “Ajuste Final” (Miller’s Crossing, 1990). Repleto de atores não muito conhecidos à época – Gabriel Byrne, Marcia Gay Harden, Jon Polito e John Torturro – mas ancorado na experiência e talento de Albert Finney – ator já consagrado e até então quatro vezes indicado ao Oscar – o roteiro brilhante e complexo de Ethan Coen e a direção inspirada de Joel Coen fizeram deste um dos melhores filmes da dupla, ainda que apenas o terceiro de uma filmografia que depois se mostrou de bastante qualidade.

PODCAST: Episódio #141 – Chinatown

O reveillon do PFC foi em Chinatown, com Fred e Alexandre recebendo Sergio Gonçalves e Rafael Amaral (Blog “Palavras de Cinema”) para estourar uma champagne assistindo um dos melhores filmes do diretor polonês Roman Polanski. Contratado pelo então chefe da Paramount, Robert Evans, para dirigir o brilhante roteiro de Robert Towne estrelado por Jack Nicholson, Faye Dunnaway e John Huston, Polanski fez um excelente trabalho. “Chinatown” (Chinatown, 1974), muitas vezes classificado como neo-noir, até hoje permanece como uma obra única.

PODCAST: Episódio #104 – Dicas Triplas do PFC #9

As Dicas Triplas do PFC estão de volta! Alexandre e Fred recebem o músico Willian de Andrade para gravar mais um episódio da série e os filmes escolhidos nesta ocasião são o ótimo film noir “Do Lodo Brotou uma Flor” (Ride The Pink Horse, 1947), o clássico do terror inglês “Os Inocentes” (The Innocents, 19610) e o excelnte filme do indiano Satyajit Ray, “A Esposa Solitária” (Charulata, 1964).

PODCAST: Episódio #89 – Bogart & Bacall

Fred e Alexandre contam com Rafael Amaral para pela primeira vez discutir a vida e carreira de um casal de atores. Humphrey Bogart e Lauren Bacall fizeram quatro filmes juntos. O longa de estreia de Bacall nas telas de cinema, “Uma Aventura na Martinica” (To Have and Have Not, 1945) sob a direção de Howard Hawks, que também assinaria o próximo filme do casal: “À Beira do Abismo” (The Big Sleep, 1946). Sem Hawks, mas ainda na Warner, viriam mais dois filmes, “Prisioneiro do Passado” (Dark Passage, de Delmer Daves em 1947)  e a última colaboração de Bogie & Bacall juntos, “Paixões em Fúria” (Key Largo, 1948), filme do cineasta John Huston.

PODCAST: Episódio #85 – Os Filmes de Marcel Carné

Fred e Alexandre trazem Rafael Amaral (do Blog “Palavras de Cinema”) no episódio 85 para debater a carreira de Marcel Carné, um dos grandes nomes por trás do chamado Realismo Poético Francês, movimento cinematográfico que saiu da França nos anos 30 para influenciar cinemas mundo afora.  Algumas das mais inspiradas obras desta tendência de se fazer cinema foram dirigidas por Marcel Carné, como os principais filmes discutidos neste áudio:  “Cais das Sombras” (Le Quai des Brume, 1938), “Trágico Amanhecer” (Le Jour se Lève, 1939), “Os Visitantes da Noite” (Les visiteurs du soir, 1942) e “O Boulevard do Crime” (Les enfants du paradis, 1945).

PODCAST: Episódio #82 – A Marca da Maldade

Fred e Alexandre cruzam a fronteira entre Estados Unidos e México para investigar um dos filmes mais importantes do cinema policial americano. “A Marca da Maldade” (Touch of Evil), filme dirigido pelo brilhante Orson Welles, é tido como o marco final do período clássico do Film Noir, que por volta de 1958 já não gozava de tanto prestígio entre as produções de Hollywood. Hoje, “A Marca da Maldade” é considerado um dos grandes filmes do diretor e conta com atuações inspiradas do próprio Orson Welles, Charlton Heston, Janet Leigh, Akim Tamiroff, Joseph Calleia  e Marlene Dietrich.  

PODCAST: Episódio #75 – Dicas Triplas do PFC #6

Depois de algum tempo voltamos a fazer o Dicas Triplas do PFC, neste que é o episódio de número 75. Alexandre e Fred partem para o sexto bate-papo onde indicam três ótimos filmes de nacionalidades diversas e que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral. O nosso ouvinte frequente sabe que não precisa se preocupar com os “spoilers” neste tipo de episódio, pois estes são cuidadosamente separados para o final do episódio. Venha conosco conhecer e debater sobre mais alguns clássicos que o tempo não apagou! 

Resenha #86 – Sonha, Meu Amor (Sleep, My Love, 1948)

  Se tivesse que falar sobre este filme em uma só frase, diria: “um bom entretenimento, apesar dos inúmeros defeitos”. Para um filme que se propõe a ser de mistério, “Sonha, Meu Amor” tem como principal defeito justamente a ausência total de mistério. Sim, porque qualquer pessoa com um certa experiência em filmes em geral (e…

Resenha #84 – Terrível Suspeita (The House on Telegraph Hill, 1951)

O diretor Robert Wise tem como seu principal mérito o fato de ter feito bons filmes em quase todo tipo de gênero, como ficção-científica (“O Dia em Que a Terra Parou”), musicais (“Amor, Sublime Amor” e “A Noviça Rebelde”), terror (“The Body Snatcher”), guerra (“Ratos do Deserto”), drama (“Quero Viver!”).   noir (“Punhos de Campeão” e…