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A lista mais esperada do ano chegou ao PFC! Fred Almeida reúne os professores Fábio Rockenbach (Universidade de Passo Fundo) e Hugo Harris (Universidade Mackenzie) para debater o que talvez seja o melhor filme de Steven Spielberg, “A Lista de Schindler” (Schindler’s List, 1993). Sucesso de público e crítica (com algumas exceções), o longa também marcou a vida do próprio cineasta, que teve no projeto uma experiência bastante pessoal, devido ao seu passado familiar e a sua criação como um judeu nos Estados Unidos. Vencedor de 7 Oscars, entre eles “melhor filme” e “melhor diretor” (o primeiro de Spielberg), a produção até hoje tem fundamental importância ao manter a memória do holocausto acessível a um público mais generalizado, que de outra forma poderia não ter nem consciência do ocorrido.

Leonardo Rêgo Câmara Geógrafo Pós-Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária
Olá! bom dia!! Já baixei o arquivo e já estou ouvindo!! Excelente!!1
Parabéns pelo trabalho!!!
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Obrigado pela presença frequente, Leonardo!
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Obra-Prima! Revi recentemente e é angustiante. Foi esse filme que me mostrou pela primeira vez o horror que os nazistas causaram.
Muito obrigada por mais um episódio maravilhoso.
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Nós agradecemos sua presença e apoio constante!
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O primeiro episódio depois dos 200 começou com pé direito com o clássico filmaço contemporâneo.
Sabem quem poderia ter interpretado Oskar Schindler antes da escalação do Liam Neeson? Mel Gibson ou Warren Beatty. Se Beatty fosse escolhido era muito provável que ele interpretaria o personagem à lá Orson Welles de ser o superior cheio das ideias e falaria várias coisas aleatórias da mesma maneira que foi com Bugsy e Reds.
Lançar Schindler e Jurrasic Park no mesmo ano é um feito invejável para qualquer diretor. Talvez o único que conseguiu chegar próximo a esse nível foi o Coppola em 1974 quando lançou A Conversação e O Poderoso Chefão 2.
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Eu citaria o Bergman também, que lançou O Sétimo Selo e Morangos Silvestres em 1957.
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