Resenha #39 – Chaga de Fogo (Detective Story, 1951)

Mais que simplesmente um filme policial, “Chaga de Fogo” é um drama que acompanha um dia de trabalho na vida do amargurado detetive Jim McLeod (Kirk Douglas) e suas reações a diversos casos criminais que surgem na delegacia.   McLeod divide uma sala com outros colegas (destaque para os sempre bons coadjuvantes William Bendix e…

Resenha #36 – Brutalidade (Brute Force, 1947)

Excelente filme de prisão, dirigido por Jules Dassin. Apesar de estar repleto de clichês do gênero (cenas em refeitórios, planos de fuga, tentativas frustradas, flashbacks justificando os crimes cometidos), “Brutalidade” talvez seja marcante por dar destaque não só aos personagens dos presidiários, mas também àqueles dos funcionários do presídio (diretor, médico e carcereiro).   O título…

Resenha #35 – A Grande Ilusão (All The King’s Men, 1949)

 O romance escrito por Robert Penn Warren, ganhador do prêmio Pulitzer, sobre a ascensão e a queda de um político populista foi magistralmente levada às telas neste filme, pelo diretor Robert Rossen. Deixemos nossas preferências políticas de lado e façamos um enorme esforço para não notar as similaridades entre o protagonista Willie Stark e o nosso…

Resenha #33 – Domínio de Bárbaros (The Fugitive, 1947)

É sabido que expectativa demais é um grande passo para a frustração.  Em relação aos filmes, é bastante comum criarmos grandes expectativas quanto a obras dos grandes diretores.  Vamos assistir a seus filmes esperando sempre que sejam excelentes.  Às vezes isso não acontece.  Perfeitamente normal, já que até Alfred Hitchcock tem pequenas manchas em seu…

Resenha #31 – Laura (Laura, 1944)

Muito mais que apenas um ótimo filme noir, “Laura” é um dos grandes filmes da década de 40, muitos dos quais andavam meio esquecidos e estão aos poucos ganhando uma nova geração de admiradores, graças ao advento do DVD.   É muito difícil falar sobre “Laura” sem estragar a diversão de quem ainda não viu…

PODCAST: Episódio #31 – Aurora

Sergio, Alexandre e Fred debatem o que muitos consideram como um dos grandes filmes do cinema mudo, o clássico americano do diretor alemão F.W. Murnau, “Aurora”, de 1927. Realizado no final da era silenciosa do cinema, “Sunrise, A Song of Two Humans”, como se chamou em sua língua natal, é um perfeito exemplo de como os filmes estavam desenvolvidos em termos de linguagem cinematográfica às vésperas da grande virada tecnológica que mudaria para sempre a sétima arte: a invenção do cinema falado.

Resenha #26 – Pecado Sem Mácula (Side Street, 1950)

Um dos principais “chavões” da temática dos film noir é mostrar personagens afáveis, mas que por um pequeno lapso moral, enfrentam um verdadeiro purgatório, em geral sendo obrigados a lidar com o submundo. Em “Pecado sem Mácula”, o mote é muito bem utilizado, com o carteiro Joe Norson (Farley Granger) desviando-se do bom caminho ao roubar…