Resenha #57 – A Morte Ronda o Cais (99 River Street, 1953)

O universo dos filmes noir é formado, para além de alguns poucos filmes realmente bem sucedidos na época do lançamento, por uma enorme quantidade de filmes B, completamente despretensiosos.  Alguns deles, porém, surpreendem pela boa qualidade.   “A Morte Ronda o Cais” chega bem perto dessa categoria.  Começa muito bem, com o diretor tentando deliberadamente …

Resenha #56 – O Matador (The Gunfighter, 1950)

Há anos lia comentários sobre este filme, dizendo ser um exemplo de western com nuances de film noir.  Recentemente, pude assisti-lo e confirmar que se trata de um excelente “western psicológico”, dirigido por Henry King.  E tem, sim, grande similaridade temática com diversos filmes noir clássicos, centrados no protagonista que quer enterrar seu passado negro…

PODCAST: Episódio #46 – Dicas Triplas do PFC #4

Alexandre e Fred adicionam mais três dicas à série “Dicas Triplas do PFC”. Este é o quarto bate-papo naquele formato do podcast, onde indicamos três ótimos filmes que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral. Seguindo nossa tradição dos “dicas triplas”, são longas de três nacionalidades diferentes: um britânico, um americano e um espanhol.

Resenha #55 – Solidão (Lonesome, 1928)

O austro-húngaro Pál Fejös havia feito diversos filmes em sua terra natal antes de ir para os Estados Unidos na década de 20 perseguir sua formação profissional como químico.  Mesmo trabalhando para o Instituto Rockfeller como assistente, ele não abandonou sua verdadeira paixão e em 1927 produziu com recursos próprios – pela bagatela de U$…

Resenha #54 – Cúmplice das Sombras (The Prowler, 1951)

Joseph Losey (mais lembrado pro ter dirigido “O Criado”, 1963) dirigiu este típico filme noir B, com Van Heflin interpretando o policial mau-caráter Webb Garwood.  Certa noite, Garwood e seu parceiro Bud atendem a uma ocorrência.  Susan Gilvray (Evelyn Keyes), que fica sozinha em casa todas as noites (o marido é um famoso radialista e…

PODCAST: Episódio #45 – Bond Clássico – Parte 1

Alexandre e Fred recebem de volta Marcelo Rennó para debater os sete primeiros filmes da série 007. Nesta primeira parte passamos por todos os filmes desde “007 contra o satânico Dr. No” (Dr. No, 1962) até “007 – Os Diamantes São Eternos” (Diamonds Are Forever, 1971), abordando assim os filmes com Sean Connery e George Lazenby.

Resenha #53 – A Noite de 23 de Maio (Mystery Street, 1950)

Neste filme noir dirigido por John Sturges, acompanhamos a investigação de um assassinato de uma dançarina de boate (Jan Sterling), em Boston.  Todas as pistas levam a um inocente, um homem que foi visto por várias pessoas saindo com ela da boate na noite do crime. O tenente Peter Morales (Ricardo Montalban), encarregado do caso,…

Resenha #51 – O Justiceiro (Boomerang!, 1947)

Elia Kazan ainda não era um diretor de primeira linha quando filmou este noir político, no estilo semi-documentário (um verdadeiro “sub-gênero” dentro do noir, que rendeu vários filmes, principalmente na segunda metade dos anos 40).   A história é baseada num caso real, ocorrido nos anos 20 em Connecticut e que ajudou a alavancar a…

PODCAST: Episódio #43 – Relíquia Macabra

Episódio especial no PFC! Fred e Alexandre comemoraram os 75 anos de lançamento deste clássico do cinema policial fazendo algo diferente no Podcast Filmes Clássicos: um episódio que está totalmente sincronizado com o filme e serve de trilha de comentários, bastando para isso ser ouvido ao mesmo tempo em que o filme é tocado pelo seu DVD/Blu-Ray. “Relíquia Macabra” AKA “O Falcão Maltês” (The Maltese Falcon, 1941) é um dos maiores clássicos do cinema e muitas vezes é apontado como o grande precursor do film noir, subgênero tipicamente americano que se solidificou ao longo das décadas de 40 e 50.

Resenha #50 – Cidade Negra (Dark City, 1950)

 É interessante ver Charlton Heston, antes de bater cartão nos épicos ou no planeta dos macacos, estrelar este suspense, que de filme noir carrega apenas um pouco do visual.   Fora isso, é um filme que chega a decepcionar. Afinal, quando temos um diretor competente (William Dieterle) e bons atores (um ainda iniciante, porém sólido…