PODCAST: Episódio #168 – Napoleão

Alexandre e Fred estão juntos mais uma vez para receber o crítico Rafael Amaral e desta vez, debatemos um filme indicado pelo nosso convidado. A escolha para esta oportunidade foi um visionário filme feito por Abel Gance na França nos anos 20: “Napoleão” (Napoléon vu par Abel Gance, 1927). A obra-prima do cineasta antecipa alguns detalhes que seriam, no futuro, padrões a serem seguidos pela indústria cinematográfica no mundo todo. Com o completo domínio da linguagem, Gance faz um dos clássicos mais importantes do período e a obra definitiva sobre o General Francês.

PODCAST: Episódio #164 – Rififi

Os quatro fundadores do PFC se reúnem no primeiro episódio do ano, abrindo a oitava temporada do Podcast dos Clássicos. Alexandre, Fred, Sergio e Marcelo debatem o filme mais votado no nosso grupo no facebook, o noir francês “Rififi” (Du Rififi Chez Les Hommes, 1955), longa dirigido pelo americano Jules Dassin que serviu para ressuscitar a carreira que ele teve abortada nos Estados Unidos onde foi vítima da perseguição capitaneada pelo Senador McCarthy. Um dos grandes “filmes de assalto” da história do cinema, influência para diversos desse subgênero, Rififi chegou a ser acusado à época de ser muito explícito, uma espécie de “manual de roubo”.

PODCAST: Episódio #163 – Dicas Triplas do PFC #20

Em mais um episódio de dicas, Alexandre e Fred conversam com o crítico Rafael Amaral do Blog “Palavras de Cinema” e nesta oportunidade os três discutem uma trinca de filmes da década de setenta, cada um de uma nacionalidade diferente. O papo começa com o longa político de Costa-Gavras, “A Confissão” (L’Aveu, 1970), uma produção francesa, depois seguimos com a comédia italiana de Mario Monicelli, “Meus Caros Amigos” (Amici Miei, 1975) e encerramos com o diretor alemão Wim Wenders e o filme “O Amigo Americano” (Der amerikanische Freund, 1977).

PODCAST: Episódio #145 – Jacques Becker

Alexandre e Fred trazem o professor da Universidade de Passo Fundo, Fábio Rockenbach, para debater a obra do diretor francês Jacques Becker. Chamado de “cineasta de transição” entre dois períodos importantes do cinema na França, Becker nos deixou uma carreira de poucos filmes, mas muitos deles relevantes, como os três que trouxemos como alicerce para este episódio: “Amores de Apache” (Casque D’Or, 1952), “Os Amantes de Montparnasse” (Les Amants de Montparnasse, 1959) e “A Um Passo da Liberdade” (Le Trou, 1960). Aprendiz de Jean Renoir e inspiração para Godard e Melville, este grande realizador ainda fez “Grisbi, Ouro Maldito”.

PODCAST: Episódio #128 – Dicas Triplas do PFC #13

Fred e Alexandre começam a série de Dicas Triplas versão 2020 recebendo o primeiro convidado deste tipo de episódio, o professor Fábio Rockenbach. Trazemos nesta oportunidade três filmes de diretores que ainda não haviam figurado em nossos áudios: o excelente filme francês “Desejos Proibidos” (Madame de…, 1953), o ótimo longa americano “A Mesa do Diabo” (The Cincinnati Kid, 1965) e por fim, encerramos o áudio na Itália com “A Vontade de um General” (Uomini Contro, 1970). Como de costume, guardamos os spoilers só para o final deste episódio.

PODCAST: Episódio #126 – A Grande Testemunha

Em mais um episódio do Podcast dos Clássicos, Alexandre e Fred trazem o músico Bruno Kohl para debater o filme mais celebrado do diretor francês Robert Bresson, que tem aqui sua primeira aparição em nosso cast. “A Grande Testemunha” (Au Hasard Balthazar, 1966) recebeu um prêmio da revista francesa Cahiers du Cinéma,  concorreu ao Leão de Ouro em Veneza e até hoje é lembrado em algumas listas de melhores filmes de todos os tempos, como a da revista britânica Sight & Sound.

PODCAST: Episódio #119 – A Primeira Guerra no Cinema

Alexandre e Fred recebem o professor Fábio Rockenbach para uma resenha sobre filmes clássicos que retrataram a “Primeira Grande Guerra” no cinema. O episódio procura lembrar diversos filmes sobre  a primeira guerra, mas se detém principalmente em quatro grandes longas do gênero: “Eu Acuso!” (J’accuse, 1919), “O Grande Desfile” (The Big Parade, 1925), “Nada de Novo no Front” (All Quiet on The Western Front, 1930) e “Pelo Rei e Pela Pátria”(King and Country, 1964).

PODCAST: Episódio #117 – Dicas Triplas do PFC #11

Alexandre, Fred e o músico Willian de Andrade batem aquele papo sobre três filmes que consideram ótimas dicas para o cinéfilo de plantão. O episódio começa com o inesperado filme do egípcio Youssef Chahine, intitulado “Estação Central de Cairo” (Bab El Hadid, 1958), segue com o excelente filme de sequestro “Os Sicilianos” (Le clan des Siciliens, 1969), estrelado por Jean Gabin, Alain Delon e Lino Ventura e termina com um filme que se perde na ótima filmografia de Sidney Lumet, “Armadilha Mortal” (Deathtrap, 1982).  Os Spoilers guardamos para o fim do episódio.

PODCAST: Episódio #105 – A Noite Americana

Fred, Alexandre e o músico Willian de Andrade trazem mais uma vez o cineasta François Truffaut para o Podcast dos Clássicos, mas desta vez o debate gira em torno de um dos filmes mais metalinguísticos já feitos e que melhor expressa a paixão de um cineasta por sua arte. “A Noite Americana” (La Nuit Américaine), lançado em 1973, é um prato cheio para cinéfilos e uma verdadeira declaração de amor de um dos realizadores mais influentes de seu tempo.

PODCAST: Episódio #88 – Dicas Triplas do PFC #8

As Dicas Triplas do PFC voltam neste episódio, com Fred, Alexandre e o convidado Sergio Gonçalves debatendo sobre três ótimos filmes, cada um deles – à sua maneira – com algo de misterioso no ar.  Abrimos o áudio falando sobre o filme “Picnic na Montanha Misteriosa” (Picnic at Hanging Rock, 1975), a película de Peter Weir que colocou o cinema australiano no mapa e depois seguimos com o diretor francês René Clair se aventurando em Hollywood ao realizar uma das melhores adaptações do romance de maior sucesso de Agatha Christie (“O Caso dos Dez Negrinhos”), no filme “O Vingador Invisível” (And Then There Were None, 1945). Fechamos o episódio com o intrigante filme francês dirigido por Alain Resnais e intitulado “O Ano Passado em Marienbad” (L’année dernière à Marienbad, 1961), uma verdadeira experiência cinematográfica de forma x conteúdo.